Ter uma lanchonete de fast food próximo de casa pode aumentar as chances de a criança desenvolver obesidade. É o que mostra estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos.
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Ter uma lanchonete de fast food próximo de casa pode aumentar as chances de a criança desenvolver obesidade. É o que mostra estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos.
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A gordura que representa o maior perigo para a saúde de uma pessoa não é visível fora do corpo, mas dentro dela, diz estudo da Mayo Clinic. Chamada gordura visceral, ela pode afetar os órgãos locais ou o sistema do corpo inteiro. Sistematicamente, pode afetar o coração e o fígado, assim como os órgãos abdominais.
A obesidade infantil é uma preocupação crescente em todo o mundo. Estudo da Federação Mundial de Obesidade estima que o número de crianças e adolescentes acima do peso deve aumentar de 220 milhões para 268 milhões nos próximos dez anos. Além da má alimentação e do sedentarismo, pesquisa da Universidade de Warwick mostrou que dormir pouco aumenta o risco de ganho de peso em crianças e adolescentes.
O consumo de alimentos industrializados e não saudáveis, os chamados junk-foods, é grande entre as crianças. As taxas de obesidade infantil são alarmantes, e pesquisadores da University of Adelaide, na Austrália, mostraram que a TV pode estimular o consumo desses alimentos. O estudo revelou que as crianças são expostas ao dobro da publicidade de alimentos não saudáveis do que de comidas saudáveis na TV.
Pessoas obesas ou com sobrepeso tendem a sentir dores no corpo relacionadas com o excesso de gordura acumulado, e, muitas vezes, as áreas afetas não apresentam acúmulo de gordura, como é o caso dos joelhos, lombar e quadril. Estudo realizado na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostrou que perder cerca de 10% do peso corporal pode ajudar no alívio dessas dores.
Um estudo da Universidade de Alberta, no Canadá descobriu que estar exposto a animais de estimação no início da vida pode reduzir o risco de desenvolver alergias e obesidade. Pesquisadores descobriram que os bebês de famílias com animais de estimação, especialmente cães, tinham níveis mais elevados de dois tipos de micróbios que são conhecidos por reduzir os riscos de alergias e obesidade. Cerca de 70% dos participantes do estudo eram donos de cães.