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Alemanha Não Vê Necessidade de Examinar Soldados dos Bálcãs

09 de Janeiro de 2001 (Bibliomed). O ministro da Defesa da Alemanha, Rudolf Scharping, disse na segunda-feira que não via razões para conduzir testes em todos os 60 mil soldados alemães que serviram nos Bálcãs, em virtude das preocupações com as armas usadas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que continham urânio.

Scharping disse à televisão ZDF no domingo que 118 soldados que serviram em áreas consideradas de risco foram examinados, mas não comentou sobre os resultados dos testes.

As Forças Armadas da Alemanha afirmaram em comunicado na semana passada que não haviam encontrado evidências de que seus soldados tivessem ficado doentes por causa do urânio usado nas munições da Otan.

Citado pelo jornal Bild, Scharping disse que um ex-oficial teve leucemia ao retornar de uma operação na Bósnia, mas que a doença não tinha nada a ver com a munição de urânio.

Mas o ministro social-democrata afirmou que a Alemanha é contra o uso de urânio em armas. "Seria melhor se ninguém usasse essa munição", disse ele ao Bild.

A Síndrome dos Balcãs chamou atenção depois da morte de seis soldados italianos que serviram na ex-Iugoslávia e desenvolveram leucemia após terem se exposto à munição. O urânio é usado em armamentos para aumentar a capacidade de penetração em tanques e pode ser pulverizado em forma de névoa radioativa, segundo dizem especialistas.

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