Ter altos índices nos testes de Quociente de Inteligência, mais conhecidos como testes de QI, sempre foi relacionado com inteligência elevada e bom desempenho em matemática. Contudo, estudo realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que não é o quão inteligente os alunos são, mas o quanto eles estão motivados que determina suas notas de matemática.
A motivação e a habilidade para estudar são fatores importantes para o crescimento do aluno, ou seja, para sua capacidade de aprender. Os pesquisadores descobriram que alunos que apresentaram o maior desenvolvimento ao longo de cinco anos na escola foram aqueles que se sentiam competentes, estavam intrinsecamente motivados, usavam habilidades como resumir, explicar e fazer conexões com outras matérias, e evitavam o “decoreba”, e não aqueles com maiores índices de QI.
Um novo estudo mostra que recém nascidos conseguem reconhecer sua língua mãe horas após terem nascido, conseguindo diferenciá-la de outras línguas.
Crianças que têm boas habilidades de fala aos dois anos de idade têm chances maiores de controlarem bem sua raiva quando ficarem mais velhas.
Pesquisadores britânicos aconselham pais e responsáveis a não ingerirem medicação na frente das crianças, devido ao risco de eles quererem copiá-los. De acordo com equipe da Universidade de Nottingham, os médicos e profissionais de saúde devem alertar os pais sobre a importância de se manter os medicamentos em locais seguros e de não ingeri-los na frente dos pequenos.
O tom do choro de bebês pode indicar o risco que eles correm de terem autismo aos seis meses de idade.
Pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revisaram estudos realizados em vários países que relacionavam os níveis de vitamina D com o surgimento de cáries dentárias. Os resultados mostraram que quanto maior o nível de vitamina D, menores os índices de cáries.
Crianças que sofrem com a psoríase são duas vezes mais propensas a apresentar excesso de peso ou obesidade do que aquelas da mesma idade que não sofrem com o problema.
Crianças de famílias de maior renda correm mais riscos de terem alergia a amendoins.
Para crianças, fazer refeições em restaurantes pode ser especialmente insalubre. De acordo com uma nova pesquisa, elas consomem mais calorias, gordura saturada e refrigerante quando comem em restaurantes do que quando comem em casa.
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