Jovens com diabetes tipo 1 podem ter maior probabilidade de enfrentar riscos na transição de cuidados pediátricos para atendimento adulto. A conclusão é de pesquisadores da Universidade da Califórnia e do Mattel Children’s Hospital UCLA, ambos nos Estados Unidos.
Segundo a Cancer Research UK, uma organização não-governamental (ONG) britânica, mudar o visual dos maços de cigarro pode tornar o hábito de fumar menos atraente para crianças e adolescentes.
Dirigir embriagado é perigoso, e todos sabem disso. Mas existem outras atitudes no trânsito que são tão perigosas quanto beber antes de guiar um carro. Falar ao telefone celular enquanto se está dirigindo é uma delas.
Óleos naturais com baixo teor de gordura, como o azeite de oliva, podem ajudar em dietas de perda de peso, pois ajudam a aumentar a saciedade. Dessa forma, a pessoa sente-se mais cheia mesmo consumindo poucas calorias.
Desde que foram criados, os adoçantes são utilizados para os mais diferentes fins: por quem queira perder peso ou por quem não pode consumir açúcar. Contudo, muito se discute sobre a eficácia do produto e, principalmente, sobre os efeitos desse na saúde. O primeiro adoçante foi a sacarina, descoberta em 1879, a partir daí, vários outros tipos passaram a ser descobertos e comercializados.
O café grego pode ser a chave para uma vida longa e saudável. Essa é a conclusão de pesquisadores da University of Athens Medical School, na Grécia, que estudaram a saúde cardiovascular dos habitantes da ilha grega de Ikaria.
Na semana passada o governo do Distrito Federal anunciou que vacinará gratuitamente as meninas entre 11 e 13 anos contra o papilomavírus humano, mais conhecido como HPV. Contudo, alguns pais dizem-se contrários à vacinação de suas filhas.
Pessoas portadoras do diabetes devem se exercitar, pois, as atividades físicas podem ajudar no controle da doença. Isso ocorre porque ao se movimentar e sair do sedentarismo, o diabético consegue diminuir sua taxa de glicose e melhorar seu controle a longo prazo.
A incontinência urinária é um problema que afeta cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, o que significa que 5% da população brasileira sofre com o problema. A doença gera constrangimentos, afeta a qualidade de vida, leva a pessoa a se afastar de atividades sociais, pode causar problemas na vida sexual e, em casos mais graves, levar à depressão.
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