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Reprodução assistida pode estar ligada a mais casos de autismo

07 de maio de 2015 (Bibliomed). Até que ponto a tecnologia de reprodução assistida estaria associada ao aumento da incidência de autismo? Um novo estudo da Universidade de Fordham, em Nova York publicado na revista American Journal of Public Health, examinou a correlação entre a tecnologia de reprodução assistida e transtorno do espectro do autismo diagnosticado em uma amostra de base populacional de nascimentos na Califórnia.

Os dados foram incluídos para 5.926.251 nascidos vivos, em 1997, até 2007 e incluiu 48.865 crianças de nascimentos originado usando tecnologia de reprodução assistida e 32.922 casos de autismo diagnosticados pelo California Department of Developmental Services. Os autores compararam os nascimentos usando reprodução assistida e aqueles sem esta técnica, em relação à incidência de autismo.

Os pesquisadores descobriram que a incidência de autismo diagnosticado para os bebês de mães com idade entre 20 a 34 anos e que usaram reprodução assistida, a correlação foi estatisticamente significativa, com maior incidência aumentada de autismo em seus filhos.

Segundo os autores, embora o mecanismo exato não esteja claro, os resultados sugerem que as crianças nascidas como resultado da tecnologia de reprodução assistida podem ter uma elevada incidência de autismo potencial, devido à ligação entre a esta técnica e a gravidez e parto com resultados adversos, especialmente nascimentos múltiplos.

Fonte: American Jouirnal of Public Health. doi: 10.2105/AJPH.2014.302383

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