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Artigos de saúde

Depressão Pós-Parto

© Equipe Editorial Bibliomed

Neste Artigo:

- O que causa a Depressão Pós-Parto?
- Como a Depressão Pós-Parto é diagnosticada?
- Como o problema é tratado?
- Se não tratada, quais são os riscos da DPP?

A Depressão Pós-Parto (DPP) afeta uma a cada 8 mulheres nos 6 primeiros meses após o nascimento do bebê.

Os principais sintomas da DPP incluem fadiga extrema, ausência de satisfação nas atividades do dia-a-dia, sonolência excessiva durante o dia, sensação persistente de tristeza, ansiedade, inutilidade e falta de esperança, sentimento de culpa, irritabilidade, alterações no apetite e dificuldade de concentração.

Em alguns casos, as mulheres afetadas podem desenvolver sintomas psicóticos graves a ponto de representar risco para si próprias e terceiros.

O que causa a Depressão Pós-Parto?

A princípio, toda mulher possuiu um risco de DPP durante os primeiros meses após o nascimento do bebê – mesmo aquelas que sofreram aborto ou tiveram partos precoces.

Os estudos mostram que a DPP parece ser causada por alterações nos níveis hormonais que ocorre após a gravidez. Estas alterações podem desencadear depressão principalmente em mulheres que já sofreram de depressão antes, ou não possuem um suporte adequado do marido, parceiro, amigos ou família, ou estão sob alguma outra forma de estresse adicional importante.

Como a Depressão Pós-Parto é diagnosticada?

Através do exame médico. A persistência de desânimo acentuado por mais de duas semanas após o parto deve levantar a suspeita de DPP, justificando uma visita ao seu médico de confiança.

Como o problema é tratado?

Principalmente através de aconselhamento. Algumas mulheres podem necessitar uma combinação de psicoterapia com remédios antidepressivos (alguns destes remédios podem ser utilizados com segurança em mães que estejam amamentando).

Freqüentemente, o tratamento é bem sucedido e os sintomas praticamente desaparecem após uma ou duas semanas após o início da terapia.

Os resultados são ainda melhores se você tiver apoio dos seus familiares, mantiver hábitos alimentares saudáveis, fizer caminhadas diárias e dormir o máximo possível à noite.

De um modo geral, a terapia DPP deve ser mantida por cerca de 7-12 meses.

Se não tratada, quais são os riscos da DPP?

A DPP afeta tanto a mãe quanto o bebê. A mãe deprimida demora a estabelecer vínculos emocionais com o recém-nascido, e isto poderá repercutir no desenvolvimento e no comportamento futuro da criança.

Nos casos mais extremos, a DPP pode evoluir com sintomas psicóticos, colocando tanto a vida da mãe quanto do bebê em sério risco.

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19 de março de 2009



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