Category Archives: Saúde da mulher

Soja ajuda a controlar ondas de calor na menopausa

Bem estar Saúde da mulher

As maiores e mais freqüentes reclamações de mulheres que entram na menopausa são as ondas de calor. Agora, pesquisadores Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, reafirmam o que estudos já vêm apontando há algum tempo: a soja pode ajudar no controle dessas ondas.

Segundo o estudo, duas porções diárias de soja são capazes de reduzir a frequência e a severidade das ondas de calor em até 26%. O segredo do alimento estaria na isoflavona, um composto orgânico natural que podem ter efeito estrogênico por apresentarem semelhança estrutural com o hormônio estrogênio.

O estudo mostrou que ingerir, pelo menos, 54 miligramas de isoflavonas de soja por dia ajuda a diminuir as ondas de calor. Cada grama de proteína de soja fornece aproximadamente 3,5 mg de isoflavonas, dois copos de leite de soja, ou sete gramas de tofu, fornecem aproximadamente 50 mg de isoflavonas.

 

 

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Trabalho de parto está ficando mais longo

Saúde da mulher

Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos avaliou mais de 140.000 partos e comparou com dados históricos e concluiu que as mães de hoje estão demorando mais para dar à luz do que as mulheres de 50 anos atrás.

Segundo os pesquisadores, o primeiro estágio do trabalho de parto (dilatação do cérvice, a porção inferior do útero, antes do início da pressão ativa para saída do bebê) aumentou em 2,6 horas para mães de primeira viagem, e em 2 horas para mulheres que já tiveram filhos, em partos normais.

Os especialistas não conseguiram explicar os motivos da maior duração do trabalho de parto, mas acreditam que isso acontece por causa da pratica médica dentro da ala de parto. Outros dados apontados pela pesquisa são:

  • A gravidez dura menos tempo: as crianças hoje nascem cinco dias antes do que as de 1960.
  • Tanto as mães e os bebês terem índice de massa corporal maior.
  • Mais da metade das mães hoje recebem esses anestésicos, contra apenas 4% das mães que davam à luz nos anos 1960;
  • Hoje os médicos também usam mais um hormônio chamado oxitocina, 31%, agora contra 12% em 1960.
  • As mulheres estão engravidando em média quatro anos mais velhas do que suas mães engravidaram.

 

 

 

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Sonhando acordada demais? Você pode estar ovulando

Saúde da mulher Sexologia

Sonhar acordada é uma delícia, e pesquisadores canadenses descobriram que durante o período de ovulação as mulheres tendem a dedicarem mais tempo a pensamentos assim do que quando não estão em período fértil.

Esse estudo fornece mais evidências de que os interesses sexuais femininos podem mudar ao longo do ciclo menstrual. As mulheres participantes disseram fantasiar mais com homens durante o período de ovulação e também com encontros sexuais. E apesar de 95% das fantasias sexuais envolverem homens, 52% das mulheres tiveram fantasias com pessoas do mesmo sexo.

De acordo com a pesquisadora Samantha Dawson (da Universidade de Lethbridge), as fantasias tidas durante esse período são mais ligadas ao emocional. “Elas ainda estão focadas nas emoções e sentimentos que elas têm em relação a esse parceiro em oposição à aparência dele, o quão masculino ele é e quais atos sexuais eles estão praticando”, explica.

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Médicos e pacientes não conversam sobre sexo

Comportamento Saúde da mulher Sexologia

Quando você vai se consultar, seu médico se preocupa em conversar com você sobre sua vida sexual? Pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostra que a relação entre médicos e pacientes deve ser melhorada quando o assunto é falar sobre sexo.

Claro que o sexo entra em discussão em algum momento, principalmente em consultas com ginecologistas ou obstetras. A pesquisa mostra que cerca de dois terços dos profissionais perguntam aos pacientes sobre sua atividade sexual. Contudo, questões como a qualidade e a satisfação sexual são pouco abordadas, apenas 29% dos médicos abordam o tema, e menos ainda, 28%, confirmam a orientação sexual do paciente.

Publicado no Journal of Sexual Medicine, o estudo aponta para a necessidade de melhorar a relação entre médicos e pacientes para abordar questões sobre a qualidade da vida sexual, especialmente a feminina, pois muitas mulheres sofrem com problemas na intimidade e não têm com quem conversar.

 

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Orgasmo sem sexo: mulheres podem encontrar prazer na academia?

Fitness Saúde da mulher Sexologia

Um novo estudo americano fez descobertas interessantes quanto à sexualidade feminina. Submetendo questionários online, pesquisadores da Universidade Indiana obtiveram respostas de 124 mulheres que já tinham vivenciado orgasmos induzidos por exercícios e 246 mulheres que já tinham sentido prazer sexual através de atividades físicas.

45% das participantes disseram que seu primeiro orgasmo induzido por exercícios ocorreu enquanto elas faziam abdominais, 19% estavam fazendo spinning ou andando de bicicleta, 9,3% estavam escalando cordas ou mastros, 7% levantando pesos, 7% correndo e o restante estava praticando diversas modalidades de atividades.

Os pesquisadores não entendem ainda a relação entre o prazer sexual e os exercícios físicos, mas eles acreditam que essa é uma oportunidade para que as mulherese e os médicos conheçam melhor o funcionamento do corpo feminino. “Pode ser que o exercício físico, que já é conhecido por ter benefícios significativos para a saúde e o bem estar, tem o potencial de melhorar a vida sexual das mulheres também”, especula a pesquisadora Debby Herbenick.

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Saúde da mulher piorou em duas décadas

Check-up Saúde da mulher

A correria do dia e o acúmulo de tarefas fez com que a saúde das mulheres, de uma maneira geral, piorou nos últimos 20 anos. Levantamento feito por uma empresa especializada em check-ups de executivos mostra que as mulheres estão sofrendo mais com hipertensão, gastrite, depressão, diabetes do que no início da década de 1990.

O estudo baseou-se em exames de executivas de grandes empresas, mas, comparando os dados obtidos com do Data-SUS (banco de dados do Sistema Único de Saúde), os resultados podem ser estendidos a toda população feminina. Segundo os médicos, a dupla jornada pode ser a responsável por esses dados preocupantes.

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Que tal participar da 2ª edição da Revista Boa Saúde?

Alergias Beleza Bem estar Check-up Comportamento Dieta Fitness Maternidade Nutrição Saúde da família Saúde da mulher Saúde do bebe e da criança Saúde do homem Sexologia Sono Tecnologia

A segunda edição digital da Revista Boa Saúde está a todo vapor!

A novidade é que estamos abrindo espaço para a colaboração de nossos leitores na coluna “Fale com o especialista”.

Quer saber mais sobre algum tema publicado ou tem alguma dúvida de saúde que gostaria de perguntar a um especialista? Poste aqui sua sugestão ou envie um e-mail para nossa equipe blogboasaude@corp.bibliomed.com.br com sua pergunta.

As primeiras dúvidas selecionadas já serão publicadas e respondidas na edição de Abril.

Não perca tempo e participe!

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O consumo diário moderado de álcool pode proteger mulheres de derrames

Nutrição Saúde da mulher

O consumo moderado de álcool pode reduzir o risco de derramesem mulheres. Deacordo com um estudo que acompanhou 84.000 mulheres durante 26 anos, as participantes que bebiam quantidades pequenas de álcool diariamente (uma média de meia taça de vinho por dia) tinham 17% a menos de chances de terem um derrame. Já as mulheres que tomavam uma taça todos os dias tinham chances 21% menores. As participantes que tomavam quantidades maiores de álcool não foram protegidas da mesma forma.

A relação entre o álcool e o derrame pode ser explicada de diversas formas. Alguns dos compostos na bebida podem aumentar o nível do bom colesterol e prevenir coágulos sanguíneos. Além disso, o estudo mostrou que o consumo de álcool está associado a maiores chances de a pessoa ser fumante e ter pressão alta, mas também à prática de exercícios e um índice de massa corporal mais baixo.

Os pesquisadores não aconselham que pessoas que não bebem comecem a consumir álcool por seus efeitos protetores, já que a substância também oferece riscos.

O estudo foi publicado no periódico Stroke

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Mulheres se preocupam mais com a infertilidade do que deveriam

Maternidade Saúde da mulher

Mulheres que estão tentando engravidar podem estar se preocupando mais com riscos de infertilidade do que deveriam.

Uma pesquisa, desenvolvida por uma companhia que vende testes de fertilidade para homens (o SpermCheck Fertility), mostrou que 42% das mulheres que tiveram um filho nos últimos cinco anos ficaram obcecadas com a idéia depois que elas começaram a tentar engravidar, sendo que apenas 10% dos seus parceiros se sentiram da mesma forma.

Os resultados do estudo mostram também que 83% das mulheres que estavam tentando engravidar têm parceiros que presumiam serem férteis. De acordo com o centro americano de controle e prevenção de doenças (CDC – Center for Disease Control and Prevention), 10% das mulheres americanas entre 15 e 44 anos de idade enfrentam problemas para conceber ou evitar um aborto.

Um terço dos problemas de casais que não conseguem engravidar é causado pelos homens, outro terço por condições da mulher e nos casos restantes ocorre uma combinação de problemas de ambas as partes.

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Ioga auxilia no emagrecimento pós-parto

Maternidade Saúde da mulher

Depois do parto começa um novo desafio para muitas mulheres: perder os quilinhos a mais adquiridos na gestação. Essa é uma missão que exige disciplina e força de vontade. O aleitamento ajuda nesse processo, mas nem sempre é capaz de eliminar todo o excesso de peso.

Mais suaves que os exercícios vigorosos praticados na academia, a ioga pode ser uma grande aliada na recuperação do peso. Isso porque os exercícios são capazes de fortalecer a musculatura do abdômen, fazendo com que a região recupere o tônus e a firmeza.

A ioga também pode ser praticada durante a gravidez e os exercícios mantidos no pós-parto, o que trará o resultado ainda mais rápido.

 

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