Category Archives: Saúde da mulher

Carnes escuras diminuem riscos de doença coronária em mulheres

Nutrição Saúde da mulher

A carne escura em aves pode ser muito saudável para o organismo. De acordo com pesquisadores da Universidade de Nova York (EUA), esse alimento é rico em um nutriente chamado taurina, que pode diminuir os riscos de doença coronária em mulheres com colesterol alto. O estudo afirma também que a taurina pode ter um efeito protetor contra a diabetes e a pressão alta.

Outras fontes dessa substância são as ostras e os mexilhões. Taurina sintética frequentemente é usada em bebidas energéticas, mas esses produtos devem ser evitados. Bebidas assim contêm 10 vezes a quantidade de taurina presente numa porção de carne, e quantidades tão altas do nutriente ainda não foram testadas. Além disso, os energéticos também têm altos níveis de açúcar e cafeína.

A maioria das recomendações médicas indica que as pessoas devem escolher consumir carnes brancas, deixando as escuras e vermelhas de lado, por estas conterem quantidades maiores de gordura faturada. Porém, o novo estudo mostra que a carne escura também pode ser nutritiva e saudável.

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Doenças mentais não estão relacionadas a abortos

Maternidade Saúde da mulher

Em 2009 foi divulgado um estudo que estabelecia uma conexão entre abortos e o desenvolvimento de doenças mentais. Mas de acordo com um novo relatório, essa relação não pode ser comprovada.

No estudo original, a pesquisadora Pricilla Coleman comparou a saúde mental de 399 mulheres que tinham feito um aborto em algum momento de suas vidas, com a de 2.650 mulheres que não tinham feito o procedimento. De acordo com os resultados publicados por ela, as mulheres que tinham escolhido realizar o aborto tinham taxas mais altas de ansiedade, depressão e abuso de substâncias.

Porém, em 2010 uma análise feita pelo Instituto Guttmacher não conseguiu replicar esses resultados. Além disso, os cientistas viram também que Coleman usou os dados de doença mental dessas mulheres durante todas as suas vidas, não especificando se a doença surgiu após o aborto ou não. Assim, os pesquisadores do Instituto Guttmacher afirmam que a relação não pode ser estabelecida e que pesquisadores abordando o mesmo tema devem ser cuidadosos com suas estratégias.

A pesquisa de Coleman foi publicada no periódico Journal od Psychiatric Research.

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Dores de cabeça podem atrapalhar a vida sexual

Saúde da mulher Sexologia

Mulheres que sofrem com enxaquecas e dores de cabeça frequentemente têm maiores chances de enfrentarem também problemas sexuais.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Pavia, na Itália, mais de 90% das mulheres que procuraram tratamento para suas dores de cabeça tiveram complicações significativas na função sexual, sendo que 29% delas disseram estar angustiadas com sua vida sexual.

“Mulheres atendidas por dores de cabeça graves reportam taxas altas de sintomas  e angústia sexuais” afirmam os pesquisadores no estudo. Elas apresentam problemas como dor sexual e falta de libido. Assim, médicos tratando mulheres nessa situação devem conversar com suas pacientes sobre o assunto. Já as mulheres devem estar atentas a esses problemas e procurar ajuda caso seja necessário.

A pesquisa foi publicada no periódico Sexual Medicine.

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Enxaquecas estão relacionadas à depressão em mulheres

Saúde da mulher

Um estudo realizado na Universidade Duke, nos Estados Unidos, aponta que mulheres que sofrem de dores de cabeça têm mais chances de desenvolverem depressão do que mulheres que não enfrentam o mesmo problema.

O estudo analisou dados de mais de 36.000 mulheres durante 14 anos, percebendo que a depressão foi mais frequentemente desenvolvida entre aquelas que tinham enxaquecas.

Apesar de uma ligação ter sido estabelecida entre as duas condições, mulheres que sentem dores de cabeça fortes não devem presumir que vão desenvolver depressão. Porém elas devem ter em mente que correm maiores riscos de terem a doença e devem estar atentas a sintomas.

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Uso de sapatos de salto alto pode prejudicar a coluna

Saúde da mulher

Você sente dores nas costas? Pois saiba que a culpa pode estar nos seus pés. O uso de sapatos de salto alto, assim como várias outras situações no dia-a-dia, pode prejudicar o bom funcionamento da coluna. A esse fator juntam-se carregar peso excessivo, sentar-se de mau jeito e ter uma postura ruim.

Lucas Rech, especialista em coluna, explica que quando a mulher usa salto alto, há um desequilíbrio na distribuição do peso corporal. O corpo é jogado para frente, e, para manter a estabilidade, o organismo reage com auxilio da coluna em um movimento que aumenta a curvatura da coluna, resultando em um quadro de lordose. Segundo o especialista, o principal vilão entre os calçados é o salto agulha, que pode levar a quedas e torções de tornozelo.

Mas, como convencer uma mulher a deixar o salto de lado? Convenhamos que é complicado, pois os sapatos compõem o modelito e transmitem charme e glamour. De acordo com Rech, saltos de três centímetros são comumente recomendados para o uso diário, assim como calçados estilo anabela, que conseguem distribuir homogeneamente o peso corporal. Os saltos muito altos e finos devem ser guardados para ocasiões especiais.

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Jovens mulheres podem ganhar peso sem perceberem

Fitness Nutrição Saúde da mulher

De acordo com um novo estudo, é possível que jovens mulheres ganhem peso sem perceberem os quilinhos extras.

Pesquisadores da Universidade do Texas (EUA) acompanharam 466 mulheres com uma média de 25 anos de idade, que fizeram check ups semestrais com a equipe de estudiosos. Nesses encontros, as mulheres deveriam reportar se achavam que tinham ganho peso durante os últimos seis meses. Os resultados mostraram que algumas das participantes tinham acumulado cerca de cinco quilos sem perceberem.

Como o sobrepeso e a obesidade oferecem riscos graves à saúde, o ganho de peso é um acontecimento preocupante. “Se elas conseguirem manter o seu peso corporal normal, seus riscos de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer serão muito mais baixos, e a qualidade de vida será muito mais alta”, explica o pesquisador Mahbubur Rahman.

O estudo foi publicado no periódico Journal of Women’s Health.

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Gravidez pode causar alterações no cérebro da mulher

Maternidade Saúde da mulher

O tempo que o bebê passa no útero é crucial para o seu desenvolvimento cerebral, e de acordo com uma nova pesquisa, não é apenas o feto que é influenciado por esse período. As mães também sofrem alterações no seu sistema nervoso durante a gestação que a preparam para a maternidade.

Algumas grávidas reclamam de se sentirem mais distraídas e com memória fraca durante a gestação, e a causa disso pode ser os altos níveis de hormônios sexuais. Mas pesquisadores ainda conhecem pouco sobre o tema. Eles acreditam que as mudanças que ocorrem nos cérebros das mamães as ajudam a entenderem melhor o bebê, se tornando mulheres mais sensíveis. As alterações que acontecem na área do cérebro responsável pelo processamento da emoção e da memória preparam as mulheres para os cuidados com o filho.

“A gravidez é um período crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso das mães”, afirma Laura Glynn, que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema. “Pode haver um custo (como os problemas de concentração), mas o benefício é uma mãe mais sensitiva e eficiente”, completa.

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Mães que trabalham são mais saudáveis

Maternidade Saúde da mulher

Mulheres que são mães e que têm uma vida profissional são mais saudáveis do que mães que não trabalham. De acordo com um novo estudo, mães com empregos têm menos chances de terem depressão e apresentam melhor saúde, de uma forma geral, quando comparadas a mães que ficam em casa.

De acordo com os pesquisadores, os danos à saúde das mulheres que ficam em casa com seus filhos podem ocorrer porque elas são mais socialmente isoladas, o que aumenta os riscos de depressão. Essas mulheres podem também sofrer mais estresse, por passarem muito tempo em casa com as crianças. As diferenças entre a saúde desses dois estilos de maternidade são significativas apenas para mulheres que têm filhos pequenos. Quando eles passam a frequentar a escola, a saúde das mães que ficam em casa se iguala à das mães trabalhadoras, já que quando os filhos começam a ir às aulas as mulheres se estressam menos.

 

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Gestantes devem redobrar cuidados no verão

Maternidade Saúde da mulher

No verão todos devem ser mais cuidadosos com o sol forte e as altas temperaturas, mas as grávidas devem estar ainda mais atentas a dicas de como aproveitar a estação de forma saudável.

Para a gestante, manter-se hidratada deve ser uma preocupação constante, e para isso é importante ter uma alimentação balanceada, distribuída em seis refeições diárias. O consumo regular de líquidos ajuda na manutenção da saúde do corpo, e previne complicações como infecções urinárias, que podem acontecer de forma mais frequente e mais grave durante a gravidez.

Outros problemas que as gestantes podem enfrentar são os inchaços e as quedas de pressão. Os inchaços podem ser evitados através de atividades físicas, controle de consumo do sal e elevação das pernas durante a noite. Para prevenir problemas com a pressão, a mulher não deve ficar no sol durante horários críticos (entre 10 e 15 horas) e beber muita água. A exposição ao sol também deve ser evitada devido ao risco de manchas de pele. Grávidas têm predisposição a sofrerem desse problema, e devem usar protetor solar regularmente.

Para aproveitar o verão com segurança, o ideal é que as futuras mamães peçam conselhos e dicas aos seus médicos, para não colocar a própria saúde e a do bebê em risco.

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Trabalho noturno aumenta risco de diabetes em mulheres

Saúde da mulher

Mulheres que trabalham a noite têm maior predisposição para desenvolver diabetes tipo 2, afirmam pesquisadores da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos.

A partir da revisão de outros estudos realizados em mulheres, em especial as que trabalham em plantão noturno, os cientistas constataram que quanto mais tempo as mulheres se dedicavam ao trabalho, maiores as chances de desenvolverem diabetes.

Segundo os pesquisadores, mulheres que trabalhavam em plantões noturnos de três a nove anos tinham um risco 20% maior do que as que trabalhavam durante o dia. Esse número aumentou para 40% entre as que tinham de 10 a 19 anos de cargo e para 58% entre as que exerciam a função a mais de 20 anos.

O estudo foi publicado na revista PLoS Medicine.

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