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Ácido fólico previne contra espinha bífida sem aumentar a incidência de câncer, aponta estudo

03 de maio de 2011 (Bibliomed). Na Alemanha, é obrigatório que os alimentos sejam fortificados com ácido fólico, mas a adição da substância é polêmica. Grandes doses de ácido fólico já foram associadas ao aumento de certos tipos de câncer.

A ligação da doença e a substância foi sugerida quando aconteceu um aumento de casos de câncer colorretal nos Estados Unidos e Canadá após programas de fortificação terem sido iniciados. Porém, os cientistas Wolfgang Herrmann e Rima Obeid acreditam que isso pode ser explicado pelo surgimento de programas de detecção precoce da doença no mesmo período.

O estudo desenvolvido por Hermann e Obeid pode causar impactos na prescrição do ácido para gestantes. Ele é usado como uma forma de prevenção contra a espinha bífida, que atinge cerca de 800 gestações na Alemanha todos os anos.

A espinha bífida, uma malformação congênita, acontece devido ao fechamento incompleto do tubo neural embrionário. A condição pode trazer diversas complicações para o feto, como a hidrocefalia, atrofia muscular, incontinência e deformações. De acordo com a pesquisa, em países como os EUA onde o ácido fólico é adicionado a alimentos, a substância foi responsável pela prevenção de 85% a 100% dos casos de espinha bífida. Sendo assim, os pesquisadores acreditam que a adição de ácido fólico aos alimentos alemães é extremamente benéfica.

A pesquisa foi publicada no Deutsches Arzteblatt International.

Fonte: UPI 30 de abril de 2011

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