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Reprogramação de marca-passo pode reduzir custos para o SUS, aponta estudo

p align"justify"strong15 de dezembro de 2010 /stronga href"http://www.bibliomed.com.br/" target"_blank"strongBibliomed/strong/astrong. /strongUma simples alteração no marca-passo artificial - dispositivo eletrônico que controla os batimentos do coração por meio de estímulos elétricos - pode torná-lo ainda mais eficiente, aumentando a vida útil do aparelho e reduzindo os custos do Sistema Único de Saúde SUS, sem representar riscos para os pacientes, segundo estudo realizado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. /p p align"justify"Lançado comercialmente em 1960, o marca-passo tem beneficiado milhões de pessoas portadoras de graves problemas cardíacos, permitindo que elas levem uma vida normal. No entanto, o dispositivo sai de fábrica com uma única voltagem pré-configurada para seu funcionamento, embora nem todos os pacientes precisem desse nível de energia./p p align"justify"Na nova pesquisa, que analisou 30 pacientes, a médica cardiologista Leonor Garcia Rincón demonstrou que uma alteração simples no dispositivo, para que ele forneça apenas a energia necessária para regular o coração do paciente, poderia elevar a vida útil do aparelho para nove anos, prolongando-a em torno de dois anos mais, sem trazer riscos ao paciente. Conhecido como Busca da Condição Intrínseca, o recurso pode ser determinado por eletrocardiograma, um exame igualmente simples e possível de ser feito em consultório médico. /p p align"justify"uTestes e benefícios /u/p p align"justify"No estudo, os pacientes submeteram-se a uma bateria de exames, como ecocardiograma e telemetria do marca-passo, para verificar o funcionamento do aparelho antes da reprogramação. Após 60 dias com essa configuração, foram realizados novos exames, em que foram recolhidos os dados disponíveis na memória do aparelho, para calcular a longevidade dos geradores. /p p align"justify"E, segundo o orientador da pesquisa, professor Manoel Otávio da Costa, os resultados foram originais e relevantes. “Há repercussões prováveis tanto do ponto de vista econômico quanto da preservação do bem estar dos pacientes”, destaca o especialista. “O paciente ganha com a redução do número de cirurgias necessárias após a implantação do marca-passo, pois, quando a bateria acaba, é preciso trocar todo o aparelho, o que exige uma nova cirurgia”. /p p align"justify"De acordo com os especialistas, a duração da bateria, em geral, é estipulada quando o aparelho é implantado no paciente, e é, em média, sete anos. Apesar de ser um procedimento relativamente simples, sempre existem riscos inerentes a uma cirurgia. Nesse aspecto, a mudança também seria positiva para o sistema de saúde pública. “A reprogramação consegue reduzir em 22 o custo por paciente da implantação do marca-passo, uma economia de, em média, R$ 1,3 milhão por ano para o SUS”, explica Leonor Rincón. /p p align"justify"Para a cardiologista, o desafio agora é convencer os profissionais que trabalham com pacientes portadores de marca-passo a fazerem essa reprogramação, que ainda não é um procedimento amplamente utilizado. “Apenas após a publicação da pesquisa, ainda inédita, é que poderemos verificar a aceitação da técnica em outros grandes centros cirúrgicos”, conclui./p p align"justify"Fonte: strongAssessoria de Imprensa Cedecom/UFMG/strong. Press release. 09 de dezembro de 2010./p

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