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Britânica Ganha Ação Contra Clínica por Filho Extra

LONDRES (Reuters). Uma britânica que deu a luz a trigêmeos após se submeter a fertilização assistida ganhou um caso histórico na quinta-feira após a Suprema Corte britânica determinar que a clínica de tratamento era culpada pelo fato da intervenção ter resultado em muitos filhos.

A Suprema Corte, em Sheffield, norte da Inglaterra, determinou que a Clínica de Fertilidade Sheffield rompeu seu contrato durante o tratamento de Patricia Thompson, 34 anos, ao implantar três embriões, em vez de dois, conforme combinado anteriormente.

"Acho que dois (filhos) são mais do que suficiente para qualquer pessoa. Eu só queria ter dois bebês ou um só", disse Thompson à corte.

"Eu não ia querer três implantes devido ao aconselhamento dado no início (do tratamento). O médico explicou, por completo, o risco de carregar uma terceira criança", acrescentou Thompson.

Diretrizes atuais recomendam o máximo de dois embriões implantados durante fertilização assistida. No entanto, na época, era normal a prática de três implantes.

O médico que realizou o procedimento não conseguiu se lembrar do caso e não tinha registro por escrito do pedido do casal de implantar somente dois embriões.

O casal reclama danos pelos custos de criação da terceira criança -- estimados pela mídia local em 140.000 dólares. A corte não deve determinar a quantia a ser recebida pelo casal até o início do próximo ano.

Desde o nascimentos dos trigêmeos, em 1997, Thompson e seu marido tiveram um quarto filho concebido naturalmente.

Sinopse preparada por Reuters Health

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