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  • Bem estar Comportamento Nutrição Saúde do homem

    Homens também sofrem com a compulsão alimentar

    26 de outubro de 2011

    Emagrecimento e dietas são assuntos normalmente ligados às mulheres, mas os homens também sofrem com a compulsão alimentar – um distúrbio que faz com que a pessoa consuma grandes quantidades de alimentos de forma compulsiva e descontrolada.

    Apesar de ser mais comum em mulheres, essa condição é igualmente destrutiva para homens. A forma como os distúrbios alimentares são mais vistos como doenças femininas pode ser causada pela relutância que homens têm de procurarem tratamento para esses problemas.

    “A compulsão alimentar está fortemente ligada à obesidade e ao ganho excessivo de peso, assim como o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e distúrbios psiquiátricos, como a depressão. Porém, a maior parte da evidência sobre o impacto da compulsão alimentar é baseada em amostras femininas, já que a maioria dos estudos sobre distúrbios alimentares recrutam mulheres”, explica a pesquisadora Ruth Striegal, da Universidade Wesleyan (EUA).

    • Leia mais sobre o tema em Live Science (em inglês)
    • Distúrbios alimentares encontram apoio em grupos na internet, leia em Boa Saúde
    • Leia sobre distúrbios que contribuem para a obesidade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Dieta Nutrição Saúde da mulher

    Como controlar a vontade de comer doces?

    26 de outubro de 2011

    Sabe aquela vontade incontrolável de comer doces? Quase todo mundo já passou por essa experiência, mas, quando ela é muito frequente, pode caracterizar um vício, chamado cientificamente de craving.  Geralmente, o problema é motivado por mudanças hormonais e alimentares, e atinge, em sua maioria, mulheres.

    Segundo a nutricionista funcional Luciana Harfenist, as “dietas da moda”, as muito restritivas e com baixa contagem de calorias afetam a produção de vários neuroreguladores, provocando a vontade de comer doce. Outros fatores como a deficiência em vitaminas, dieta rica em alimentos de alto índice glicêmico e jejum prolongado também desregulam o controle da ansiedade e podem desencadear o desejo.

    O tratamento do problema consiste em uma reprogramação alimentar; avaliação da dieta, dos níveis de serotonina e dos nutrientes em baixa; reposição através de suplementos individualizados e, em muitos casos, acompanhamento psicológico.

    Confira dicas para controlar a vontade de comer doces:

    • Comer de três em três horas, pois ficar em jejum prolongado pode desregular a área do controle da saciedade no cérebro;
    • Beber dois litros de água por dia;
    • Praticar exercícios regularmente;
    • Investir em atividades prazerosas, como passeios, aulas de dança, canto e artes;
    • Dar atenção especial à dieta, procurando consumir diariamente alimentos ricos em fibras e vitaminas, especialmente B12, cálcio, ácido fólico, magnésio, triptofano e ômega-3;
    • Em casos mais extremos, é recomendado o acompanhamento do um profissional de psicologia.
    • Saiba mais sobre a compulsão por doces em Boa Saúde
    • Estudo associa compulsão por doces na infância à depressão e ao alcoolismo, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Maternidade Saúde da família Saúde do bebe e da criança

    Antidepressivos podem estar associados ao autismo

    25 de outubro de 2011

    De acordo com um novo estudo (desenvolvido na Universidade do Mississippi – EUA), ratos de laboratório que foram expostos a antidepressivos pouco antes e depois do nascimento mostram anormalidades cerebrais e comportamento indicativo de autismo.

    Apesar de a pesquisa ter sido feita em animais, o estudo fornece evidências para a suspeita de existência da relação entre o uso de antidepressivos durante a gravidez e o autismo em crianças. Após serem expostos ao citalopram, um inibidor seletivo de recaptação de serotonina, os filhotes mostraram ter medo excessivo de novas situações e não conseguiram brincar normalmente com outros filhotes.

    “Nossos resultados sublinham a importância de níveis balanceados de serotonina – não muito altos nem muito baixos – para a maturação apropriada do cérebro”, afirma o pesquisador Rick Lin.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Entenda o autismo em Boa Saúde
    • Veja como o autismo afeta o cérebro infantil em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Dieta Nutrição

    Não existe planta milagrosa para emagrecimento

    25 de outubro de 2011

    Chá de hibisco, de carqueja, verde, vermelho, branco… são infinitas as plantas vendidas sob a promessa de emagrecimento. Algumas são tidas como milagrosas, mas, segundo pesquisadores, não existe nenhuma que garanta o emagrecimento 100% eficaz.

    Sérgio Tinoco Panizza, coordenador da Comissão de Fitoterapia do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, diz que os chamados fitoterápicos (produtos feitos a partir da plantas medicinais e consumidos como medicamentos) podem trazer efeitos colaterais, ao contrário do que muitos pensam.

    O farmacêutico explica que o que funciona para uma pessoa não vai, necessariamente, funcionar para que a outra perca peso. Segundo Panizza, o ideal é que se descubra a causa da obesidade para então tratá-la.  “Não existe um produto milagroso que todo mundo possa tomar”, diz. “A clínica médica tem que individualizar mais o paciente”, sugere.

    • Leia mais em Prontuário de Notícias
    • O que realmente funciona para perder peso e manter o peso perdido? Descubra em Boa Saúde
    • A internet pode ajudar a emagrecer, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento Saúde da família

    Animais exóticos oferecem riscos à saúde

    24 de outubro de 2011

    Transformar animais exóticos e selvagens em bichinhos de estimação pode colocar a saúde humana em risco. Apenas nos Estados Unidos, desde 1990 ocorreram 1.500 ataques e fugas (dentre outros incidentes) com animais exóticos.

    Porém, o risco não é apenas que o animal fuja do controle e ataque um ser humano. Além dos problemas causados por mordidas e arranhões, existem também as doenças que podem ser transmitidas. Répteis, por exemplo, podem causar salmonela e macacos podem carregar o vírus da herpes B.

    • Leia mais sobre animais exóticos em cativeiro em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre doenças transmitidas por animais domésticos em Boa Saúde
    • Dividir a cama com animais de estimação pode ser arriscado, leia em Bibliomed (para assinantes)

     

    Published by: admin
  • Beleza Comportamento Saúde da mulher

    Celulite: o que é verdade e o que é mentira?

    24 de outubro de 2011

    Não há mulher que não se preocupe com ela, afinal, praticamente todas as têm ou as terão em algum momento da vida. A celulite não tem cura, isso é fato, mas o que mais se vê por ai são propagandas prometendo eliminar os terríveis furinhos. Muitas dúvidas permeiam esse problema, mas, o que é verdade e o que é mentira quando o assunto é celulite? Confira!

     

    • Celulite não é uma inflamação da hipoderme?

    VERDADE. A celulite é resultado da projeção de estruturas mais profundas sobre a superfície da pele, entre elas os septos fibrosos, que são uma espécie de divisão que liga a superfície aos tecidos mais profundos, causando os “furinhos” ou depressões na pele, característicos da celulite. Não é, portanto, uma inflação da hipoderme.

    • Celulite é genética, herda-se da mãe?

    VERDADE. Existe a predisposição genética ao problema, mas nem sempre ela é herdada da mãe. Fatores como aumento de peso, má alimentação, sedentarismo, além de fatores hormonais podem fazer surgir a celulite ou agravar o quadro.

    • Celulite vem sempre acompanhada de estria?

    NEM SEMPRE. Os dois problemas podem coexistir em uma pessoa, mas são processos distintos e independentes. A estria é considerada uma cicatriz dérmica que surge devido à distensão excessiva da pele, seja pelo aumento de peso, pelo crescimento muito rápido do corpo ou gestação. E sim, infelizmente as estrias são mais comuns em mulheres.

    • Retenção de líquido aumenta celulite?

    VERDADE. A retenção de líquidos pode piorar o aspecto da celulite, especialmente no período pré-menstrual e pelo consumo excessivo de sódio.

    • Drenagem linfática diminui a celulite?

    VERDADE. A técnica pode aliviar bastante o aspecto ondulado da pele, uma vez que diminui o inchaço. Contudo, o efeito não é permanente, já que o organismo drena substâncias tóxicas constantemente. A massagem não deve ser o único tratamento adotado para pode fim à celulite, mas sim vir acompanhado de mudanças no estilo de vida, com a adoção de hábitos mais saudáveis.

    • Técnicas de automassagem podem ajudar no combate à celulite?

    DEPENDE. Usar a força para espalhar o creme anticelulite após o banho não resolve. O ideal é que se faça movimentos de baixo para cima e sempre em direção ao coração.

    • Massagem modeladora piora a celulite e espalha a gordura?

    MENTIRA. A massagem pode melhorar a celulite, por atua nas áreas de depósito de gordura e ativa a circulação!

    • Cremes anticelulite realmente funcionam?

    DEPENDE. A ação dos cremes pode suavizar o aspecto da celulite, principalmente se for associado a outros tratamentos. Contudo, seu efeito é maior em casos de celulites leves.

    • Refrigerante light e água com gás dão celulite?

    MENTIRA. Não existe comprovação científica de que refrigerante influencie no aparecimento ou agravamento da celulite. O que é verdade é que tudo que engorda, incluindo o refrigerante, aumenta a celulite.

    • Álcool aumenta a celulite?

    DEPENDE. Diretamente o álcool não aumenta a celulite, mas seu consumo exagerado pode causar retenção de líquidos e inchaço, o que pioram o problema. Além disso, o álcool contém grande quantidade de açúcar, que se transforma em gordura no organismo.

    • Leia mais em Prontuário de Notícias
    • Tratamento com radiofreqüência unipolar melhora a aparência da celulite, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Bem estar Comportamento

    Narcisismo pode esconder baixa autoestima

    21 de outubro de 2011

    Pessoas que parecem ser muito confiantes e que têm um amor exacerbado por si mesmas podem estar escondendo sentimentos de inferioridade.

    Uma nova pesquisa desenvolvida na Western Carolina University (EUA) recrutou 71 mulheres, que responderam a questionários para que os pesquisadores pudessem determinar seus graus de narcisismo. Frequentemente, pessoas que se encaixam nessa categoria dizem a psicólogos que elas se sentem bem consigo mesmas, mas em um experimento os pesquisadores enganaram as mulheres, conectando-as falsamente a detectores de mentira. Nesse teste, as mulheres acabaram admitindo ter baixa autoestima.

    “Isso sugere que indivíduos com altos níveis de narcisismo podem estar inflando sua autoestima”, explica a pesquisadora Erin Myers. “Em outras palavras, indivíduos narcisistas podem não acreditar realmente que eles são tão formidáveis como eles dizem ser”.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre a baixa autoestima e a depressão em Boa Saúde
    • Leia sobre os riscos da perda da autoestima em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Fitness

    Refrigerante diet aumenta risco de engordar

    21 de outubro de 2011

    Estudo da Escola de Medicina da Universidade do Texas, concluiu que quanto mais se toma refrigerante diet, mais há risco de engordar. Os refrigerantes são os que mais contêm aspartame, substância que também está em alguns adoçantes.

    “Sou totalmente contra o aspartame”, diz o endocrinologista e nutrólogo Mohamad Barakat, citando estudos que associam seu uso a algumas doenças. “O que ocorre com o uso prolongado é uma alteração na papila que manda mensagem para o cérebro. Isso faz com que a pessoa queira consumir cada vez mais coisas doces, gerando obesidade e até síndromes metabólicas”, explica.

    • Leia mais sobre o estudo em Prontuário de Notícias
    • Porque o paladar é sensível ao açúcar?
    • Saiba mais sobre o aspartame em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Saúde da família Sexologia

    Libido excessiva pode ser sinal de raiva em humanos

    20 de outubro de 2011

    A raiva, conhecida também como hidrofobia, é uma doença causada por um vírus e transmitida por animais doentes a animais sadios. Os principais bichos afetados são cães, gatos e morcegos, mas humanos também pode adquirir a doença.

    Dentre os sintomas iniciais da raiva estão dores, espasmos e náuseas. O sintoma mais conhecido, o medo de água, é um sinal de que a evolução da doença atingiu um estágio em que a cura não é mais possível. Porém, há um sintoma incomum que também indica a impossibilidade de tratamento – o excesso de libido. Médicos explicam que em alguns casos, o primeiro sintoma da raiva que surge é a hipersexualidade, antes mesmo da dor e dos vômitos.

    “Frequentemente as pessoas dizem ‘bom, se eu tiver sintomas eu irei ao médico’”, afirma Peter Costa, da Aliança Global de Controle da Raiva. “Se você foi mordido ou suspeita que você foi lambido ou arranhado por um animal infectado, você deve procurar tratamento dentro de 24 horas”, ele aconselha.

    • Leia mais sobre esse sintoma da raiva  em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre doenças transmitidas por animais de estimação em Boa Saúde
    • Leia sobre o tratamento da raiva em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Saúde da família

    Americanos ainda sofrem com queimaduras solares

    20 de outubro de 2011

    Mesmo com todas as recomendações dadas por especialistas e campanhas que mostram os perigos da exposição excessiva ao sol, um terço dos adultos e 69% das crianças norte-americanas ainda sofrem com queimaduras solares.

    Queimaduras solares aumentam as chances de desenvolvimento de câncer de pele, especialmente o melanoma. Esse envolve células chamadas melanócitos, que produzem um pigmento da pele chamado melanina responsável pela cor de pele e cabelo. O melanoma pode se espalhar muito rapidamente, e embora seja menos comum do que outros tipos de câncer de pele, sua taxa é cada vez maior, dizem os pesquisadores.

    O estudo, publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, mostrou que uma pessoa atingida por melanoma pode ter uma redução de tempo de vida em até 20 anos, enquanto a taxa para outros tipos de câncer é de 17 anos.

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Câncer de pele aumenta os riscos de desenvolver outros tipos de câncer
    • Entenda melhor o melanoma em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa

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