Category Archives: Saúde do bebe e da criança

Recém-nascidos reconhecem a língua pátria

Comportamento Saúde do bebe e da criança

Um novo estudo mostra que recém nascidos conseguem reconhecer sua língua mãe horas após terem nascido, conseguindo diferenciá-la de outras línguas.

A descoberta sugere que o aprendizado da linguagem começa no útero. De acordo com a pesquisadora Patricia Kuhl, “a mãe tem vantagem na influência do cérebro da criança. Os sons de vogais na sua fala são as unidades mais altas e o feto se prende a elas”.

A pesquisa será publicada no periódico Acta Paediatrica.

 

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Crianças que têm boa habilidade com linguagem controlam melhor a raiva

Comportamento Saúde do bebe e da criança

Crianças que têm boas habilidades de fala aos dois anos de idade têm chances maiores de controlarem bem sua raiva quando ficarem mais velhas.

“Habilidades melhores com linguagem podem ajudar as crianças a verbalizarem ao invés de usarem as emoções para transmitir necessidades e usar suas imaginações para se ocuparem enquanto estiverem passando por uma espera frustrante”, explica a pesquisadora Pamela Cole, da Pennsylvania State University.

 

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Tomar remédios na frente de crianças aumenta o risco delas se intoxicarem

Comportamento Saúde do bebe e da criança

Pesquisadores britânicos aconselham pais e responsáveis a não ingerirem medicação na frente das crianças, devido ao risco de eles quererem copiá-los. De acordo com equipe da Universidade de Nottingham, os médicos e profissionais de saúde devem alertar os pais sobre a importância de se manter os medicamentos em locais seguros e de não ingeri-los na frente dos pequenos.

Os especialistas explicam que, para as crianças, é normal colocar os objetos na boca, e que eles tendem a copiar as ações dos adultos. Logo, ao verem os responsáveis ingerindo medicamentos, drogas ou álcool, consideram o objeto comestível.

A pesquisa analisou dados de crianças de com até cinco anos de idade, nascidas entre janeiro de 1988 e novembro de 2004. Os resultados mostraram que aquelas com idades entre dois e três anos tinham quase dez vezes mais probabilidade de se envenenarem por medicação do que em outro momento da vida, pois é quando estão na fase de imitar o comportamento dos adultos à sua volta.

O estudo foi publicado no British Journal of General Practice.

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Tom do choro indica risco de autismo em bebês

Saúde do bebe e da criança

O tom do choro de bebês pode indicar o risco que eles correm de terem autismo aos seis meses de idade.

Pesquisadores gravaram choros de bebês que tinham alto risco de sofrerem da doença (por terem um irmão mais velho com a condição) e de alguns que eram saudáveis e sem histórico familiar de autismo. Uma análise feita através de computadores mostrou que os choros de bebês com mais chances de serem autistas era mais alto e mais variável em tom do que o de crianças de baixo risco.

A diferença nos choros provavelmente não pode ser detectada pela maioria das pessoas usando apenas os ouvidos. Assim, pais não devem usar a descoberta como uma forma de abordar a possibilidade do autismo. A procura por um profissional é sempre a melhor opção.

A pesquisa foi publicada no periódico Autism Research.

 

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Deficiência de vitamina D pode aumentar risco de cáries

Comportamento Saúde do bebe e da criança

Pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revisaram estudos realizados em vários países que relacionavam os níveis de vitamina D com o surgimento de cáries dentárias. Os resultados mostraram que quanto maior o nível de vitamina D, menores os índices de cáries.

A meta-análise considerou estudos realizados nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Áustria, Nova Zelândia e Suécia, que envolveram crianças com idades entre dois e 16 anos. Eles foram realizados em ambientes institucionais, escolas, consultórios médicos e odontológicos ou hospitais.

No final, os pesquisadores concluíram que, apesar de historicamente os benefícios da vitamina D para saúde bucal gerarem discordâncias no que diz respeito ao seu uso na prevenção de cáries, ela é eficaz na prevenção da doença desde que associada a uma boa higiene bucal.

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Crianças com psoríase sofrem mais risco de serem obesas

Saúde do bebe e da criança

Crianças que sofrem com a psoríase são duas vezes mais propensas a apresentar excesso de peso ou obesidade do que aquelas da mesma idade que não sofrem com o problema.

Realizado no Northwestern University’s Feinberg School of Medicine, o estudo mostrou que as crianças norte-americanas apresentam um risco ainda maior de serem obesas do que as de outros países, chegando a níveis quatro vezes superiores.

Dentro da população dos Estados Unidos, as crianças de origem hispânica e afro-americana apresentavam as taxas de risco mais significativas do que as de origem branca ou asiáticas.

O estudo foi publicado no Archives of Dermatology.

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Violência física na infância pode aumentar risco de câncer na vida adulta

Comportamento Saúde da família Saúde do bebe e da criança

As crianças abusadas fisicamente, mesmo que sejam palmadas leves, podem estar em maior risco de câncer, doenças cardíacas e de asma, sugerem pesquisadores britânicos. Coordenado por Michael Hyland, da Plymouth University’s School of Psychology, o estudo entrevistou de adultos saudáveis e não saudáveis na Arábia Saudita sobre sua infância e comparou as respostas com dados de sua saúde na fase adulta.

Publicado no Journal of Behavioral Medicine, o estudo mostrou que os que tinham ou tiveram câncer apresentavam 70% mais probabilidade de terem sofrido agressões físicas quando crianças. Para doenças cardíacas a probabilidade foi de 30% e para asma de 60%. Segundo Hyland, o estresse precoce na forma de trauma pode ter contribuir para a predisposição à doença.

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Alergia a amendoim é mais comum em famílias de alta renda

Saúde da família Saúde do bebe e da criança

Crianças de famílias de maior renda correm mais riscos de terem alergia a amendoins.

Pesquisadores americanos analisaram informações de 8.306 crianças e adultos. 9% dessas pessoas tinham um nível alto de anticorpos para amendoins, o que indicava que eles tinham o potencial de serem alérgicos a esses alimentos. Os dados mostraram que crianças entre um e nove anos que vinham de famílias mais ricas tinham maior ocorrência da alergia do que crianças de famílias pobres.

O resultado fornece mais informações para a hipótese que afirma que viver em ambientes mais limpos pode fazer com que o sistema imunológico se torne mais sensível, o que aumenta o risco de alergias.

A pesquisa foi apresentada no periódico American College of Allergy.

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Comer em restaurantes aumenta a ingestão de calorias em crianças

Nutrição Saúde do bebe e da criança

Para crianças, fazer refeições em restaurantes pode ser especialmente insalubre. De acordo com uma nova pesquisa, elas consomem mais calorias, gordura saturada e refrigerante quando comem em restaurantes do que quando comem em casa.

De acordo com os pesquisadores, crianças consumem em média 126 calorias a mais quando comem em restaurantes de fast food e 160 calorias a mais em restaurantes que ofereciam diversas opções de alimentação.

“Em particular, por exemplo, o consumo de fast food entre adolescentes aumentou a ingestão de açúcar, gorduras totais, gordura saturada e sódio em 13%, 22%, 25% e 17% da referência diária de ingestão desses nutrientes respectivos”, escrevem os pesquisadores.

A pesquisa foi desenvolvida na Universidade de Illinois (EUA) e publicada no periódico Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.

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Crianças vitimas de bullying podem sofrer consequências quando adultas

Comportamento Saúde da família Saúde do bebe e da criança

Crianças que sofrem bullying podem desenvolver problemas mentais e de comportamento na fase adulta. A constatação é de pesquisadores da Houston State University, nos Estados Unidos, que descobriram que 19% dos entrevistados haviam sofrido bullying na infância.

O estudo mostrou que as vítimas de bullying tinham percepções mais negativas de sua saúde física e mental e apresentavam maiores taxas de problemas emocionais, mentais ou comportamentais que interferem em suas relações na escola e no trabalho.

Essas pessoas ainda são mais propensas a desenvolverem transtornos alimentares, tabagismo, alcoolismo, a se sentirem vítimas e sofrerem com violência subsequente.

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