Category Archives: Saúde da mulher

Mulheres que dão à luz a bebês grandes correm mais riscos de terem câncer de mama

Maternidade Saúde da mulher

Mulheres cujos primogênitos nasceram com peso acima do normal podem correr riscos duas vezes maiores de desenvolverem câncer de mama algumas décadas após terem o bebê.

Os resultados encontrados pelos pesquisadores (da Universidade do Texas, EUA), foram mantidos mesmo após os cientistas contabilizarem dados que influenciam a taxa de câncer, como o peso da mãe, histórico da doença e a idade da primeira menstruação, do início da menopausa e ao dar à luz.

A hipótese dos pesquisadores aponta que a gestação de um bebê grande pode causar um ambiente hormonal que favoreça o surgimento do câncer de mama mesmo 40 anos após o parto.

A pesquisa foi publicada no periódico PLoS One.

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Consumo de álcool pode controlar perda óssea

Comportamento Saúde da mulher

O consumo de álcool após a meia idade pode ajudar no controle da perda óssea.

Pesquisadores observaram os efeitos que bebidas alcoólicas tiveram em mulheres saudáveis que já haviam passado pela menopausa. Após esse período (quando os ciclos menstruais e de ovulação se encerram) a produção de novas células ósseas acontece mais lentamente, apesar de a velocidade do descarte de células antigas não ser muito afetada.

A literatura médica sugere que mulheres que consomem uma ou duas bebidas alcoólicas por dia têm maior densidade óssea do que mulheres que não bebem ou que consomem álcool em grandes quantidades. Uma nova pesquisa desenvolvida recentemente na Oregon State University mostra que isso pode acontecer porque o álcool parece reduzir a taxa de descarte de células antigas, controlando a perda óssea.

A pesquisa foi publicada no periódico Menopause.

 

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Vacinação contra HPV também protege pessoas não imunizadas

Saúde da mulher Saúde do homem Sexologia

Pesquisa do Cincinnati Children’s Hospital Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a vacina contra o HPV (papilomavírus humano) reduziu a infecção em jovens de uma forma geral, incluindo os não imunizados.

O estudo, publicado na revista Pediatrics, envolveu 409 mulheres jovens, das quais mais da metade tinham recebido pelo menos uma dose da vacina. Os pesquisadores compararam as taxas de prevalência de HPV antes e após a vacinação.

Os resultados mostraram que a prevalência do HPV nas mulheres em geral diminuiu 58%, baixando de 31,7% para 13,4%. Entre aquelas que receberam a vacina, a diminuição foi de 69% contra 49% entre as não imunizadas.

O HPV é transmitido, principalmente, durante a relação sexual desprotegida e pode causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus além de câncer de colo do útero.

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Mães que colocam seus filhos como centro de suas vidas podem ser menos satisfeitas

Maternidade Saúde da mulher

Mulheres que estabelecem seus filhos como o centro de suas vidas podem sofrer com essa decisão. A maternidade pode ser uma grande fonte de alegria para a mãe, mas isso depende da sua atitude em relação à criação do filho.

Mães que acreditam ser a pessoa mais importante na vida do bebê e afirmam que pais devem colocar as necessidades da criança à frente das suas têm maiores chances de não estarem satisfeitas com suas vidas, quando comparadas a mulheres que abordam a maternidade de forma mais relaxada.

“Tem alguma coisa muito atraente nessas ideologias intensivas de maternidade. Essas atitudes parecem ser como nós devíamos nos sentir em relação aos nossos filhos. Mas elas podem ser mais problemáticas do que nós pensamos”, explica a pesquisadora Miriam Liss, da Universidade de Mary Washington (Estados Unidos).

Ela acredita que mulheres devem encontrar formas de lidar com as pressões da maternidade de forma menos intensiva, para que elas possam manter sua saúde e bem estar emocional.

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Mulheres sem filhos e com problemas de infertilidade sofrem risco de demência

Comportamento Maternidade Saúde da mulher

Pesquisadores da Dinamarca descobriram que mulheres sem filhos e com problemas de fertilidade estão sob maior risco de hospitalização por doenças psiquiátricas. Pesquisa realizada no Centro Dinamarquês de Pesquisa do Câncer envolveu 98.737 mulheres submetidas a testes de infertilidade entre 1973 e 2008.

As mulheres foram monitoradas a partir da data de seu teste de fertilidade até a data do evento psiquiátrico, data da morte, de internação ou dia 31 de dezembro de 2008, o que ocorresse primeiro. O tempo de segmento médio da pesquisa foi de 12,6 anos, sendo que 54% das mulheres conseguiram ter filhos.

Quase 5.000 mulheres foram hospitalizadas por distúrbios psiquiátricos, sendo o diagnóstico mais comum entre elas de “transtornos de ajustamento, ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo” seguido de “transtornos afetivos, incluindo depressão”. Entre essas, aquelas que não conseguiram engravidar tiveram 18% mais chances de sofrer com demência.

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Falta de vitamina D pode levar a ganho de peso

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A falta de vitamina D pode engordar. Estudo publicado no Journal of Women’s Health, envolveu mais de 4.600 mulheres com idade superior a 65 anos que foram acompanhadas por cinco anos. Segundo Dr. Erin LeBlanc, autor da pesquisa, essa descobriu que as mulheres com níveis baixos de vitamina D no sangue ganharam cerca de um quilo a mais do que aquelas que apresentavam níveis adequados da vitamina.

A Sociedade de Endocrinologia estabelece como valor de referência 30 nanogramas por milímetro de vitamina D no sangue. Das mulheres analisadas, 78% tinham índices menores do que esse.

No grupo de 571 mulheres que ganharam peso, aquelas com níveis insuficientes de vitamina D ganharam cerca de oito quilos em cinco anos, enquanto aquelas que tinham vitamina D suficiente engordaram uma média de sete quilos.

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19 tipos de câncer estão relacionados ao trabalho

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Você sabia que existem que pelo menos 19 tipos de câncer estão relacionados ao trabalho? Entre esses estão o de pulmão, pele, fígado, laringe, bexiga e leucemias. A afirmação é do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

Metais pesados, agrotóxicos, solventes orgânicos, formaldeído e poeiras (de amianto e sílica) são os principais agentes cancerígenos relacionados ao trabalho, sendo que a via de absorção (respiratória, oral ou cutânea), a duração e a frequência da exposição aos agentes influenciam no grau de toxidade aumentam as chances de câncer.

O ideal é que o tempo de exposição a esses agentes seja curto e que os níveis de toxidade sejam diminuídos. Os profissionais devem utilizar sempre os equipamentos de segurança durante o trabalho.

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O que sobreviventes de câncer precisam perguntar para seus médicos?

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Na luta contra o câncer, vencer a doença não significa que a pessoa estará livre dela para sempre. É possível que ocorram recorrências, e o próprio tratamento da doença pode causar efeitos colaterais que exijam atenção médica. Portanto, sobreviventes devem ser cuidadosos com seu acompanhamento médico e terem boa comunicação com os clínicos e oncologistas que os atenderem. Veja abaixo uma lista de perguntas básicas, necessárias para a boa informação do paciente.

– Que tipo e estágio de câncer eu tive?
– Quais tratamentos eu recebi?
– Quais são os efeitos a longo prazo do tratamento e como eles podem ser abordados?
– Quem vai coordenar e administrar o meu acompanhamento médico?
– Você poderia me dar um sumário por escrito do meu tratamento?

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DIU pode ser mais eficiente que pílula

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Na hora de escolher o método anticoncepcional a mulher precisa avaliar, junto com seu ginecologista, qual se adéqua melhor ao seu organismo e à sua rotina. Agora, estudo publicado na revista especializada The New England Journal of Medicine afirma que mulheres que utilizam pílula, adesivo contraceptivo ou anel vaginal têm 20 vezes mais probabilidade de ficar grávidas que as que utilizam métodos de longa duração, como o dispositivo intrauterino (DIU).

De acordo com os pesquisadores, o DIU e os implantes hormonais são mais seguros porque a mulher pode se esquecer de tomar a pílula ou trocar o adesivo hormonal, o que não acontece com os métodos de longo prazo. Existem dois tipos de DIU, o de cobre (que dura até dez anos) e o hormonal (que dura até cinco anos). A pesquisa mostrou, também, que mulheres até 21 anos têm duas vezes mais chances de engravidar do que as maiores dessa idade.

 

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Diagnóstico e tratamento de câncer de ovário será padronizado

Saúde da mulher

A partir de agora o diagnóstico e tratamento do câncer epitelial de ovário será padronizado. Segundo portaria publicada pelo Ministério da Saúde, em 23 de maio, o objetivo da padronização é melhorar o atendimento a mulheres acometidas pela doença, além de oferecer ao órgão ferramentas para avaliar os serviços oferecidos pela rede pública de saúde, como a oferta de exames e tratamento indicado.

O câncer de ovário é considerado o mais letais entre os que atacam o aparelho reprodutor feminino e atinge cerca de 200 mil mulheres por ano no mundo, sendo que no Brasil são esperados mais de 6.000 casos com 3.000 mortes neste ano. No país, são 270 centros oncológicos com capacidade para diagnosticar e tratar esse tipo de câncer.

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