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Afro-americanos sofrem com deficiência de vitamina D

23 de setembro de 2011 (Bibliomed). Norte-americanos negros que vivem em regiões com baixa incidência da luz solar são três vezes mais propensos a terem deficiência de vitamina C do que os brancos. A constatação é de pesquisadores da Northwestern University Feinberg School, em Chicago, nos Estados Unidos. A falta de vitamina D fragiliza os ossos e pode causar câncer de próstata, diabetes, artrite reumatóide e esclerose múltipla.

Em homens afro-descendentes, o aumento da melanina em blocos de pele mais escuras que os raios ultravioleta é necessário para que o organismo produza a vitamina e pode exigir que esses homens se exponham ao sol por um período de tempo até seis vezes maior do que um homem branco.

A recomendação é que um adulto consuma 600 International Units de vitamina D por dia. Contudo, segundo os pesquisadores, os afro-americanos de Chicago necessitam de cerca de 2.500 International Units para alcançar níveis saudáveis no organismo.

“Um homem de pele negra precisa se expor ao sol durante 90 minutos, três vezes por semana, para absorver luz solar suficiente para produzir a quantidade recomendada de vitamina D. Já um homem branco, precisa de apenas 15 minutos, três vezes por semana”, diz Dr. Adam Murphy, coordenador da pesquisa.

Os resultados foram apresentados no American Association of Cancer Researchers Health Disparities Conference, em Washington.

Fonte: UPI, 22 de setembro de 2011

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