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Derrame aumenta os riscos de fratura no quadril, indica pesquisa

29 de maio de 2009 (Bibliomed). Pacientes que sofreram derrame têm 80% maior risco de fraturar o quadril ou a região da coxa, segundo estudo apresentado esta semana no Simpósio Europeu sobre Tecidos Calcificados. E os riscos seriam ainda maiores para aqueles com mais de 70 anos de idade, que costumam apresentar outros fatores de risco, como osteoporose.

Avaliando mais de 33 mil pessoas – 6,8 mil que já haviam sofrido fratura no quadril –, os pesquisadores da Universidade de Utrecht, na Holanda, descobriram que aqueles que haviam sofrido derrame tinham 79% maior risco de fraturas. E o risco seria três maior nos primeiros três meses após o derrame.

“Os resultados implicam que estratégias que visam prevenir a fratura de quadril devem ser começadas tão logo seja possível após um derrame”, destaca o pesquisador Frank de Vries, líder do estudo. Entre as estratégias, segundo o especialistas, incluem-se a avaliação de outros fatores de risco de fraturas, a prevenção a quedas e, se necessário, o uso de agentes protetores dos ossos.

Pacientes hospitalizados por mais de duas semanas por causa de derrame e aqueles que tiveram acidente vascular cerebral hemorrágico também apresentaram maiores riscos de fratura no estudo.

Os autores destacam que, embora o estudo seja observacional, não considerando dados importantes como o tabagismo e o peso, ele é representativo, pois inclui 6% da população holandesa inteira, sem excluir as pessoas pelo status socioeconômico.

Fonte: European Symposium on Calcified Tissues. 25 de maio de 2009.

Copyright © 2009 Bibliomed, Inc.

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