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Áreas mais arborizadas têm menos casos de asma infantil, indica estudo

21 de maio de 2008 (Bibliomed). Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, indica que as árvores da rua podem cumprir um papel fundamental para reduzir a prevalência de asma nas crianças. Análises realizadas na cidade de Nova York mostraram que as regiões mais arborizadas apresentam menos casos de crianças com o problema respiratório.

De acordo com os autores, a prevalência de asma na infância aumentou em 50% no período entre os anos de 1980 e 2000, especialmente em comunidades urbanas mais carentes. Por isso, eles resolveram avaliar a relação entre a arborização e a prevalência da doença entre crianças com idade de quatro a seis anos e as hospitalizações de crianças com até 15 anos.

Os pesquisadores avaliaram o número de casos e hospitalizações entre as 42 áreas de serviço de saúde da cidade; a quantidade de árvores, fornecida pelo Departamento de Parques e Recreação da Cidade de Nova York; além da proximidade de fontes de poluição, características sócio-demográficas e densidade populacional em cada área.

E os resultados indicaram que, para cada 343 árvores a mais por quilômetro quadrado, havia uma redução de 29% na prevalência de asma na infância. Em relação às hospitalizações, porém, não houve diferenças significativas.

Os autores alertam que os resultados não podem ser relacionados ao risco individual de asma. E destacam que o PlaNYC, plano de sustentabilidade para a cidade de Nova York, que inclui o plantio de um milhão de árvores até 2017, oferece a oportunidade de maiores estudos sobre o assunto.

FONTE: J Epidemiol Community Health. Publicado on-line - 1º de maio de 2008

Copyright © 2008 Bibliomed, Inc.

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