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Exames preventivos de retossigmoidoscopia devem ser repetidos em prazos menores

04 de Julho de 2003 (Bibliomed). O câncer colorretal é um dos cânceres mais comuns do mundo, ocorrendo principalmente em áreas urbanas, sendo mais freqüente em homens e mulheres acima dos 50 anos de idade. No Brasil, os tumores malignos do tubo digestivo causam três vezes mais mortes que o câncer de pulmão – a cada ano, são responsáveis por mais vítimas fatais que os cânceres de mama e útero somados. A retossigmoidoscopia consiste na visualização do intestino grosso, por meio de uma haste flexível de fibra ótica, para pesquisa de lesões cancerosas.

As recomendações atuais são para que o reexame preventivo de retossigmoidoscopia flexível para o câncer colorretal seja realizado 5 anos após um exame negativo, mas o intervalo ideal para a repetição deste exame ainda é incerto. Pesquisadores do Prostate, Lung, Colorectal, and Ovarian Cancer Screening Trial procuraram avaliar a incidência de adenomas e de cânceres no cólon distal através de exames de sigmoidoscopia repetidos três anos após um exame negativo. O estudo, publicado na revista JAMA – Journal of the American Medical Association desta semana, revelou que exames repetidos em 1.292 pacientes com intervalo de 3 anos após exames negativos anteriores tiveram uma incidência de mais de 3% de adenomas e cânceres. Os resultados sugerem que estes exames deveriam ser repetidos com um menor intervalo, buscando diagnosticar tumores em uma fase mais inicial e com uma melhor resposta ao tratamento.

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