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Programa de Aids Recebem Maiores Investimentos

O Programa de Aids do Ministério da Saúde deve gastar este ano em torno de R$ 800 milhões. Durante os últimos quatro anos, os gastos com drogas – coquetéis aumentaram em mais de 2000%.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, o número de óbitos causados pela Aids caiu quase que 50% no Brasil, em conseqüência dos investimentos no programa de combate a Aids. Um ano histórico foi em 1992, época que o país recebeu do Banco Mundial um valor de US$ 250 milhões.

No ano de 1995 foram registrados 11 mil mortes; em 96 este número caiu para 8 mil mortes e no biênio 98/99, este número atingiu a casa dos 7 mil mortos. Os municípios que registraram as maiores taxas de incidência de Aids foram Itajaí e Balneário Camboriú , em Santa Catarina. Em seguida, está Ribeirão Preto e Santos no estado de São Paulo.

A eficácia das campanhas de prevenção e o avanço representado pelos coquetéis que de alguma forma controla a doença vieram mudar o perfil dos pacientes soropositivos.

Atualmente, esses pacientes são pessoas de poder aquisitivo mais baixo, com menor acesso à informação e, na sua grande maioria, ainda tem preconceito e rejeição ao uso do preservativo.

O Brasil hoje produz sete dos doze medicamentos usados no coquetel que consome hoje 19% dos US$ 450 milhões gastos com anti-retrovirais. Além disso, o Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a oferecer gratuitamente medicamentos retrovirais.

Entre os doze retrovirais utilizados no país para combate a Aids, dois deles são protegidos pela Lei de Patentes. São eles: o nelfinavir e o efavirenz. O programa adotado pelo país serve de modelo para vários outros países.

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