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Mulheres, TPM, anticoncepcionais e gravidez

Belo Horizonte, 12 de Setembro de 2001 (Bibliomed). Uma pesquisa feita por uma grande rede de farmácias da Grã-Bretanha revelou que as trabalhadoras entre 25 e 35 anos são as maiores consumidoras da pílula do dia seguinte.

Anteriormente, a suspeita era de que o medicamento era mais consumido por adolescentes, que adotariam este tipo de pílula como método anticoncepcional. Segundo o mesmo levantamento, o volume de vendas da pílula do dia seguinte é maior um dia após os feriados.

Outro estudo relacionado a anticoncepcionais foi feito pelo Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. A pesquisa revelou que o anticoncepcional Yasmin, do Laboratório Berlex, pode auxiliar no tratamento da forma mais grave da tensão pré-menstrual.

O Departamento comprovou que a combinação da drospirenona, um tipo de progesterona sintética, com o estrogênio ethinyl estradiol, existente no remédio, pode ajudar no combate ao problema que afeta milhares de mulheres em todo o mundo.

Apenas nos Estados Unidos, estima-se que 3 milhões de pacientes sejam vítimas da TPM. Ao contrário das outras progesteronas sintéticas, a drospirenona tem a capacidade de controlar os níveis de água e sódio no organismo.

As mulheres também foram o tema de explicações sobre os mitos e as verdades no que diz respeito ao parto e à gravidez. Há alguns dias, o ginecologista e obstetra brasileiro Avelar de Holanda Barbosa advertiu que ainda no século 21 existem crendices sobre as diversas situações vividas pelas gestantes.

Segundo ele, acreditar que o inchaço dos pés é um sinal de bom parto é uma idéia perigosa. O problema pode ser um sintoma de pré-eclâmpsia, fase anterior à eclâmpsia, doença grave que se caracteriza pelo aumento da pressão arterial.

A afirmação de que os “desejos” não satisfeitos podem levar à perda do bebê é outro mito sem comprovação científica. O médico explica que os desejos revelam a carência de determinadas substâncias no organismo. Se falta ferro, por exemplo, a mulher pode sentir o desejo de comer barro, que é rico neste componente.

A azia também não tem relação com o nascimento do bebê com mais ou menos cabelo. A barriga redonda ou achatada não revela o sexo da criança. Como as informações sobre este assunto costumam ser passadas de mãe para filha, os médicos orientam que a gestante procure sanar as dúvidas com um médico.

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