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Ibama prepara relatório sobre plantas medicinais mais usadas no Brasil

São Paulo, 12 de abril de 2001 (eHealthLA). O Ibama publica este mês um relatório sobre quatrocentas espécies de plantas medicinais nativas e exóticas mais utilizadas e comercializadas no Brasil.

O levantamento trará os nomes popular e científico, distribuição geográfica e as partes das plantas que servem à medicina natural. A publicação é pioneira também na organização dos dados sobre o comércio nacional e internacional das plantas coletadas de Norte a Sul do país.

Conforme a coordenadora do Projeto de Conservação e Manejo de Plantas Medicinais, Suelma Ribeiro da Silva, do Departamento de Vida Silvestre do Ibama, a floresta amazônica é a maior fornecedora de plantas para a produção de remédios e cosméticos. Em segundo lugar vem as regiões de Mata Atlântica e de Cerrado.

Entres as espécies mais procuradas estão o ipê-roxo (cicatrizante), o guaraná (estimulante), a espinheira-santa (digestivo), o chapéu-de-couro (rins), o pau-rosa (perfumaria), a arnica (ferimentos), a sucupira (infecções), a andiroba (repelente) e a aroeira (estômago). As informações para o relatório foram coletadas junto a produtores, farmácias de manipulação e exportadores de plantas medicinais.

Para a bióloga Suelma Ribeiro, a eficácia de várias plantas medicinais já está comprovada cientificamente, como é o caso da espinheira-santa, da carqueja e do guaraná. Além disso, as plantas curativas são largamente usadas no Brasil, país detentor de uma das maiores biodiversidades do mundo. "O catálogo trará as referências bibliográficas de cada uma das plantas que compõem o relatório e esperamos que a publicação possa estimular novas pesquisas”, afirma Suelma.

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