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Como Um Pequeno Peixe Pode Mudar a Anestesia

Médico americano desenvolve um antídoto à anestesia, baseado em uma capacidade do peixinho dourado.

Um peixinho dourado – daqueles que todos têm em aquários – pode ajudar a ciência a acabar com aquele efeito desagradável pós-anestesia. Os cientistas estão vendo como o pequeno animal processa um certo ácido que pode reverter o processo que as drogas anestésicas tem de “derrubar” a pessoa por várias horas mesmo depois que ela está acordada. “A anestesia é possível porque relaxa algumas moléculas de proteína no cérebro”, explica o Dr. Issaku Ueda, professor de anestesiologia da Universidade de Utah. "O que precisamos é aprender a diminuir o volume dessas moléculas para reverter os efeitos da anestesia”.

É nesse ponto que os cientistas esperam a colaboração do peixinho dourado. Depois de fazer experiências com vaga-lumes, eles acreditam que o peixe tenha uma capacidade única de “acordar” sem efeitos colaterais depois de ter sido anestesiado.

Hoje, não existe nenhum remédio que possa reverter os efeitos da anestesia. O que é usado são estimulantes do cérebro, como cafeína. “Mas todos sabem que isso não funciona”, diz Ueda. “A estimulação e a anestesia são coisas diferentes. Precisamos achar um antídoto para a anestesia, para ser usado em situações de risco”.

Por isso, o pesquisador aposta tanto no pequeno peixe dourado como esperança de um novo remédio.

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