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Crescem os casos de vírus Zika nos Estados Unidos

02 de maio de 2016 (Bibliomed). Durante os dois primeiros meses de 2016, 116 americanos, residentes nos Estados Unidos, tiveram um teste positivo para a infecção com o vírus Zika, e todos eles, exceto um, tiveram uma ligação com viagens para regiões endêmicas para o vírus. As descobertas foram publicadas na edição de 18 de março de 2016 dos Centros dos EUA para Controle de Doenças e Prevenção, a revista  Morbidity and Mortality Weekly Report.

Especialistas disseram que dos 116 casos confirmados entre 1º de janeiro e 26 de fevereiro de 2016, 110 estiveram envolvidos em viagens para uma área endêmica do vírus Zika, enquanto cinco estiveram envolvidos em contato sexual com uma pessoa que tinha viajado recentemente para tais áreas. O caso restante da infecção ocorreu quando a mãe passou o vírus para o filho durante a gravidez. Nenhum detalhe foi dado sobre esse caso.

De acordo com o CDC, entre os 115 pacientes norte-americanos com infecção associada a viagens, todos os pacientes relataram a doença clínica. Na maioria dos casos, os sintomas incluem erupções na pele (97 por cento dos casos), febre e dor nas articulações.

A doença do vírus Zika deve ser considerada em pacientes com início agudo de febre, erupção cutânea, artralgia ou conjuntivite que viajaram para áreas com transmissão do vírus Zika presente, ou naqueles que tiveram relações sexuais desprotegidas com alguém que viajou para uma dessas áreas e desenvolveu sintomas compatíveis dentro de dois semanas de seu retorno.

Fonte: Morbidity and Mortality Weekly Report (MMWR). Early Release / March 18, 2016 / 65

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