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Exames de rotina

Periodicamente seu médico solicita alguns exames para que possa fazer uma análise mais completa de seu quadro de saúde.

Neste especial, Boa Saúde lista alguns dos principais exames médicos com ilustrações e informações para ajudá-lo a entender melhor esses procedimentos de rotina.

Os exames estão classificados em ordem alfabética (navegue através das letras iniciais abaixo):

Ultrassom Pélvico (código AMB: Abdome total (inclui pelve) 4.09.01.12-2)

O que é

O exame de ultra-som envolve a emissão de ondas sonoras para o interior do organismo; estas ondas sonoras são refletidas pelos órgãos internos, como ecos, e estes são em seguida captados por um aparelho capaz de transformá-los em imagens anatômicas. Nenhuma energia ionizante (raio X) está envolvida neste tipo de procedimento.

Nas mulheres, o ultra-som pélvico é mais frequentemente usado para examinar o útero, as tubas uterinas e os ovários. Como as imagens do ultra-som são obtidas em tempo real, elas podem mostrar movimentos dos tecidos e dos órgãos internos, e possibilitam a visualização do fluxo sangüíneo.

Utilização

A monitorização do desenvolvimento fetal é a principal razão é pela qual o ultra-som pélvico é usada. Outras utilizações deste exame são:

Preparação para o exame

Devem ser usadas roupas confortáveis no dia do exame. Em alguns dos exames, será pedido que uma grande quantidade de água (geralmente 6 copos) seja ingerida nas 2 horas que antecedam o exame, para que a bexiga fique cheia. A bexiga cheia ajuda na visualização do útero, ovários e parede interna da própria bexiga.

Equipamento de ultra-som

A aparelhagem que realiza a ultra-sonografia consiste de um console contendo um computador, um monitor de vídeo e um transdutor. O transdutor é um dispositivo manual, portátil, que envia e recebe os sinais de ultra-som, e é usado para examinar o interior do abdômen. O transdutor é ligado ao aparelho de ultra-som.

O ultrasonografista espalha um gel lubrificante na parte inferior do abdômen do paciente, na área a ser examinada onde se localizam o útero e os ovários, e a seguir comprime o transdutor firmemente contra a pele, para obter as imagens.

O transdutor funciona ao mesmo tempo como um alto falante (que origina os sons) e um microfone (que os grava). Quando o transdutor é pressionado contra a pele, ele emite um feixe de ondas sonoras de alta freqüência, inaudíveis para nós. Na medida em que estas ondas ecoam dos tecidos e fluidos corpóreos, o microfone presente no transdutor salva a intensidade e tipo das ondas sonoras refletidas (ecoadas). As ondas refletidas são analisadas pelo computador do equipamento, que as transformam em imagens em tempo real, visualizadas no monitor.

Na medida em que o exame prossegue, as imagens mais representativas (tanto imagens em movimento como imagens estáticas) são armazenadas no computador do aparelho de ultra-som, podendo ser copiadas em disco ou vídeo, e/ou impressas em papel. Geralmente o paciente pode acompanhar visualmente o exame.

Técnica e interpretação do exame

O ultra-som pélvico convencional é feito através da parede anterior do abdômen, em sua parte mais inferior. Tipos especiais de ultra-som pélvico são os exames por via endovaginal e por via transretal. Estas duas técnicas não são objetos deste texto, por terem indicações diferentes e por usarem técnicas e transdutores diversos.

Para a realização do ultra-som pélvico, a bexiga deve estar cheia. O paciente é posicionado na mesa de exames, de modo a ficar confortável, e um gel cristalino é aplicado sobre a pele da parte inferior do abdômen. A função do gel é melhorar o contato entre o transdutor e a pele.

O transdutor é aplicado firmemente contra a pele, obtendo-se as imagens. Pode haver algum desconforto durante a pressão do transdutor, devido ao fato da bexiga estar cheia.

O exame é indolor. Ao término do exame, muitas vezes é solicitado ao paciente que espere por alguns minutos, enquanto o ultrasonografista analisa as imagens e muitas vezes já prepara o laudo médico de imediato.

O exame é interpretando por um ultrasonografista , que é, em boa parte das vezes, um radiologista. Este profissional é o responsável pelo laudo final, e também assina o documento.

Benefícios da Técnica

Riscos da Técnica

Limitações da técnica

Figura 1: Fluxo Sanguíneo em pólipo cervical (Doppler)
Figura 2:

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