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Purificadores de ar funcionam como proteção para COVID-19?

11 de junho de 2021 (Bibliomed). Com a pandemia de COVID-19, muitas pessoas e empresas passaram a procurar purificadores de ar disponíveis no mercado. Esses aparelhos prometem ajudar a limpar o ar do novo coronavírus, afirmando usar uma tecnologia que parece capaz de derrubar qualquer micróbio.

Contudo, segundo a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos, muitos desses aparelhos carecem de rigor científico específico do mundo real para apoiar suas afirmações de marketing que dizem que eles são provavelmente inadequados contra o coronavírus.

Em seu website, a EPA afirma que “por si só, a limpeza ou filtragem do ar não é suficiente para proteger as pessoas do COVID-19”. Além de gerarem a sensação de falsa segurança, o que tende a diminuir as medidas de precaução contra o vírus. No entanto, isso não impede as pessoas de buscar soluções caras, em vez de continuar a seguir medidas preventivas de baixo custo.

Especialistas em saúde pública observam que o novo coronavírus se transmite melhor quando as pessoas se reúnem em ambientes fechados, sem o uso de máscaras ou distanciamento físico, por 15 minutos ou mais de cada vez.

Os sistemas de filtração são importantes em lugares onde as pessoas ficam sentadas em recirculação de ar às vezes por horas seguidas, como em um avião. Contudo, para ambientes mais simples, basta abrir as janelas e manter ventilares ligados, além de continuar adotando as medidas de distanciamento social.

Fonte: The Lancet COVID-19 Commission Task Force on safe work, safe school, and safe travel. May, 2021.

Copyright © 2021 Bibliomed, Inc.

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