Category Archives: Comportamento

11/11/11: o que há de tão especial?

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Algumas datas são cercadas de misticismos. O dia 11 de novembro de 2011 tem um significado especial para algumas pessoas, pois a data também pode ser escrita 11/11/11. Contudo, um pesquisador dos Estados Unidos diz que não tem qualquer significado “místico” nesse dia.

O dia 11 de novembro foi designado Dia dos Veteranos desde 1919, data em que as hostilidades da I Guerra Mundial terminaram formalmente (às 11 horas do dia 11 do mês 11 de 1918). Essa seria uma explicação para a superstição que envolve a data. Entretanto, pesquisadores afirmam que o cérebro humano busca por repetições, daí o interesse por datas como 10/10/10 ou 11/11/11, que são consideradas como dias de sorte por alguns. “Nossos cérebros são apenas máquinas de correspondência de padrão, por isso, tendem a observar os padrões como esses”, diz Eric Carlson, professor de física da Universidade Wake Forest.

O cientista lembra que o número que pode representar sorte para alguns, pode ser significado de azar para outros. E para você, hoje é um dia de sorte ou de azar?

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Mulheres bissexuais correm mais risco de terem depressão

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Mulheres que se definem como bissexuais têm maiores probabilidades de abusarem de álcool, cigarros e de desenvolverem depressão do que homens bissexuais.

Pesquisadores da Universidade George Mason desenvolveram um estudo que abordou essa diferença, e apesar de os estudiosos não saberem a sua causa, eles têm algumas teorias.

“Existe muito preconceito contra elas”, afirma a pesquisadora Lisa Lindley. “(pessoas) dizem a elas ‘você está confusa – escolha um.’ Tem a tendência de que haja uma expectativa ou padrão de que a pessoa escolhe uma identidade sexual e fica com ela. Eu acho que têm muitos desentendimentos quanto a bissexuais. Eu acho que o risco deles têm muito mais a ver com estigma”, afirma.

A pesquisa foi publicada no periódico American Journal of Public Health.

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Autismo pode trazer vantagens

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O autismo, uma doença que prejudica as capacidades de interação social de um indivíduo, pode trazer algumas vantagens para esses pacientes, quando comparados à pessoas que não têm a condição. De acordo com uma nova pesquisa, abordar certos traços do autismo como vantagens, e não como erros a serem corrigidos, pode ajudar a comunidade médica a compreender melhor a doença.

O autismo, uma doença que prejudica as capacidades de interação social de um indivíduo, pode trazer algumas vantagens para esses pacientes, quando comparados à pessoas que não têm a condição.

De acordo com pesquisadores canadenses, apesar de a doença causar diversas debilitações, autistas podem fazer contribuições para a sociedade quando inseridos em um ambiente que proporcione isso. Autistas têm melhores desempenhos, por exemplo, em testes não verbais de inteligência, tarefas  visuais e auditivas e também têm mais facilidade para se lembrarem de fatos.

“Dados recentes e a minha experiência pessoal sugerem que está na hora de nós começarmos a pensar no autismo como uma vantagem em certas esferas, não como uma cruz a ser carregada”, explica o Dr. Laurent Mottron, pesquisador da Universidade de Montreal. Para Mottron e seus colegas, abordar certos traços do autismo como vantagens, e não como erros a serem corrigidos, pode ajudar a comunidade médica a compreender melhor a doença.

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Tabagismo pode causar mais de 50 doenças

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Atualmente, mais de 30 milhões de brasileiros são fumantes. A cada ano, doenças relacionadas ao tabaco são responsáveis por aproximadamente cerca de 200 mil mortes.

Os cigarros são extremamente danosos ao organismo. O tabagismo pode causar mais de 50 doenças diferentes. A fumaça liberada pelos cigarros contém mais de 4.700 substâncias consideradas maléficas e a nicotina exerce uma série de efeitos negativos no cérebro. Além disso, o fumo está associado ao surgimento de tumores malignos em diversos órgãos do corpo humano.

De acordo com a OMS, a Organização Mundial de Saúde, se programas eficientes antitabagismo não forem implantados em breve, em 2025 o cigarro será a causa de 11 milhões de mortes por ano em todo o mundo.

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Hipnose ajuda a emagrecer

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Com a proibição da venda de emagrecedores à base de anfetamina pela Anvisa, pessoas com dificuldade de emagrecer podem buscar ajuda em uma técnica milenar: a hipnose. Essa prática vem se popularizando na medicina para o tratamento de problemas como tabagismo, depressão, fobias, síndrome do pânico, insônia, queimaduras e traumas, entre outros.

A hipnose tem se mostrado uma técnica eficaz nos tratamentos da obesidade, já que, em muitos casos, fatores emocionais inferem na compulsão alimentar. Ao contrário do que muitos acreditam, quando a pessoa hipnotizada não perde a sua capacidade de raciocinar e é capaz de vivenciar o conteúdo de sua memória e seus sentimentos, solucionando problemas que não conseguiria sem a ajuda da técnica.

Mas fica um alerta: não confie em charlatões. A hipnose deve ser feita por psicólogos que tenham especialização em hipnose clínica e a consulta dura em média de 45 a 50 minutos, geralmente uma vez por semana. O tratamento ainda deve contar com um nutricionista e um endocrinologista.

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Espiritualidade pode ser benéfica a homens e mulheres, mas de forma diferente

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Um novo estudo desenvolvido na Universidade do Missouri (EUA) aponta que homens e mulheres que sofrem de doenças crônicas são afetados diferentemente pela espiritualidade. O envolvimento em alguma religião ou atividade espiritual pode trazer melhorias para a saúde, mas enquanto as mulheres são beneficiadas em sua saúde emocional, a fé ajuda os homens a se sentirem melhores fisicamente.

De acordo com o pesquisador Brick Johnstone, os resultados do estudo mostram que reforçar o papel da religião na vida de alguém pode ajudar a diminuir os efeitos negativos que são consequência de doenças crônicas. “Ambos os gêneros se beneficiam do apoio social – a habilidade de buscar apoio e depender de outros – dado por colegas de congregação e o envolvimento em organizações religiosas”, ele explica.

A pesquisa foi publicada no periódico Religion, Disability & Health.

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Crianças que brincam aprendem mais do que as que vêem TV

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Criança que brinca aprende mais do que as que passam a maior parte do dia na frente da televisão. A constatação é da Academia Americana de Pediatria (AAP), que recomendam aos pais limitar o tempo que os filhos passam na frente da TV, em especial, os menores de dois anos.

Pesquisa realizada pela AAP mostrou que 90% dos pais afirmaram deixar seus filhos com até dois anos em frente à TV ou outro dispositivo eletrônico por, em média, duas horas diárias. A pesquisa mostrou também, que um terço das crianças com três anos ou mais tinha televisão no quarto, e que os pais acreditam que programas educativos são importantes para o desenvolvimento saudável da criança.

Segundo a AAP, o ideal é que a criança brinque com objetos próprios para sua idade. A Academia não recomenda deixar televisão no quarto dos pequenos. Veja abaixo uma lista com as descobertas da pesquisa:

  • A brincadeira é mais valiosa para o desenvolvimento do cérebro infantil do que os meios eletrônicos. Ao brincar, elas aprendem a ser criativas, a resolver problemas e também desenvolvem habilidades motoras.
  • Pais que assistem TV com as crianças ajudam na forma com
    o elas entendem. Porém, elas aprendem mais com apresentações ‘ao vivo’ do que com as transmitidas na televisão.
  • Crianças que são excessivamente expostas a alternativas eletrônicas são mais propensas a ter atrasos de linguagem e problemas de desenvolvimento quando começam a estudar.
  • Embora muitos programas infantis afirmem ser educativos, faltam evidências para comprovar isso.
  • Programas só são educativos para crianças se elas conseguirem entender o conteúdo e o contexto do vídeo.
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Conservadores sentem mais nojo do que liberais

Comportamento

Pesquisadores americanos desenvolveram um estudo que mostra que pessoas que têm ideais conservadores sentem mais nojo do que pessoas que têm opiniões liberais.

Para o estudo, pessoas foram expostas a imagens que haviam sido previamente julgadas por um grupo controle. As imagens incluíam fotos de um homem com minhocas na boca, fezes, feridas e vermes. Uma análise desse experimento mostrou que os participantes que tinham ideais políticos conservadores tiveram respostas mais intensas de nojo do que pessoas liberais.

“Eu acho que uma explicação plausível está mais ou menos na linha de que uma forma de entender algumas dessas atitudes sobre política e moralidade é que elas têm um componente emocional forte”, afirma David Pizarro, pesquisador da área. Ou seja, atitudes e comportamentos políticos podem ser refletidos na biologia do corpo.

O estudo foi publicado no periódico PLoS ONE.

 

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Homens também sofrem com a compulsão alimentar

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Emagrecimento e dietas são assuntos normalmente ligados às mulheres, mas os homens também sofrem com a compulsão alimentar – um distúrbio que faz com que a pessoa consuma grandes quantidades de alimentos de forma compulsiva e descontrolada.

Apesar de ser mais comum em mulheres, essa condição é igualmente destrutiva para homens. A forma como os distúrbios alimentares são mais vistos como doenças femininas pode ser causada pela relutância que homens têm de procurarem tratamento para esses problemas.

“A compulsão alimentar está fortemente ligada à obesidade e ao ganho excessivo de peso, assim como o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e distúrbios psiquiátricos, como a depressão. Porém, a maior parte da evidência sobre o impacto da compulsão alimentar é baseada em amostras femininas, já que a maioria dos estudos sobre distúrbios alimentares recrutam mulheres”, explica a pesquisadora Ruth Striegal, da Universidade Wesleyan (EUA).

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Como controlar a vontade de comer doces?

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Sabe aquela vontade incontrolável de comer doces? Quase todo mundo já passou por essa experiência, mas, quando ela é muito frequente, pode caracterizar um vício, chamado cientificamente de craving.  Geralmente, o problema é motivado por mudanças hormonais e alimentares, e atinge, em sua maioria, mulheres.

Segundo a nutricionista funcional Luciana Harfenist, as “dietas da moda”, as muito restritivas e com baixa contagem de calorias afetam a produção de vários neuroreguladores, provocando a vontade de comer doce. Outros fatores como a deficiência em vitaminas, dieta rica em alimentos de alto índice glicêmico e jejum prolongado também desregulam o controle da ansiedade e podem desencadear o desejo.

O tratamento do problema consiste em uma reprogramação alimentar; avaliação da dieta, dos níveis de serotonina e dos nutrientes em baixa; reposição através de suplementos individualizados e, em muitos casos, acompanhamento psicológico.

Confira dicas para controlar a vontade de comer doces:

  • Comer de três em três horas, pois ficar em jejum prolongado pode desregular a área do controle da saciedade no cérebro;
  • Beber dois litros de água por dia;
  • Praticar exercícios regularmente;
  • Investir em atividades prazerosas, como passeios, aulas de dança, canto e artes;
  • Dar atenção especial à dieta, procurando consumir diariamente alimentos ricos em fibras e vitaminas, especialmente B12, cálcio, ácido fólico, magnésio, triptofano e ômega-3;
  • Em casos mais extremos, é recomendado o acompanhamento do um profissional de psicologia.
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