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Author Archives: Natália Barbosa

About Natália Barbosa

Jornalista e colaboradora de Boa Saúde

Rever metas pode melhorar qualidade de vida

Bem estar Comportamento

Criar metas para nossas vidas é algo comum, mas que pode gerar frustrações quando essas não são alcançadas. Então, o que fazer quando isso acontece? Pesquisadores buscaram em mulheres que enfrentaram e venceram o câncer de mama a resposta para essa questão.

Realizado na Universidade de Concórdia, no Canadá, a pesquisa mostrou que a capacidade de reconstruir os próprios objetivos, definindo novas metas, melhora o bem-estar emocional e diminui o sedentarismo e os sintomas físicos da doença.

De acordo com os pesquisadores, apesar da maioria das pessoas sentirem dificuldades para redefinir suas metas, a pesquisa mostrou aquelas que conseguem fazê-lo adaptando-as à situação que se vive, alcança melhores níveis de bem-estar geral.

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Novas categorias de orientação sexual

Comportamento

Já se foi o tempo em que a orientação sexual tinha apenas três categorias: homossexual, bissexual e heterossexual.  De acordo com proposição de pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, é preciso acrescentar mais duas novas categorias às já adotadas: “majoritariamente heterossexual” e “majoritariamente homossexual”.

Os pesquisadores propõem a adição dessas categorias com base em um estudo sobre sexualidade realizada via Facebook com 1.676 pessoas, no qual 20% das mulheres e 9% dos homens se identificaram como “majoritariamente heterossexual.” Com isso, essas pessoas querem dizer que se relacionam com pessoas do sexo oposto, mas não deixa de ter atração por pessoas do mesmo sexo.

“Em outras palavras, ter mais sexualidade em relação ao mesmo sexo não significa necessariamente ter menos sexualidade em relação ao sexo oposto,” disse Savin-Williams, coordenador da pesquisa. De acordo com os cientistas, uma escala em cinco categorias abarcaria melhor as descrições de orientação sexual.

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Família e amigos podem diminuir autoestima em mulheres acima do peso

Bem estar Comportamento Saúde da mulher

Quando se pensa em autoestima, logo se imagina na aparência física. Contudo, estudo da Universidade do Arizona mostra que se sentir bem deve ir além das convenções de magreza. Segundo os pesquisadores, a insatisfação que muitas mulheres apresentam em relação a seus corpos pode levar a transtornos alimentares.

Pesquisa realizada com 301 jovens universitárias mostrou que aquelas cuja família e amigos elevavam sua autoestima, as valorizando não apenas pela sua forma física, mas também por suas habilidades, eram mais confiantes e felizes.

Por outro lado, as que eram pressionadas pela família e amigos a alcançar o ideal “magro e belo” tinham menor autoestima e maior propensão a desenvolver transtornos alimentares. Para os pesquisadores, as mulheres precisam desenvolver um senso de auto-estima que vá além da forma física, pois assim poderão lidar com as pressões familiares, de amigos e da mídia.

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Mulheres se recuperam mais devagar de contusões

Fitness Saúde da mulher Saúde do homem

Atletas jovens e do sexo feminino demoram mais tempo para se recuperar de contusões, afirmam os pesquisadores da Michigan State University. De acordo com Tracey Covassin, coordenadora do estudo, a pesquisa acompanhou durante dois anos 300 atletas que apresentaram contusões.

Os resultados mostraram que os atletas mais jovens apresentaram maior risco para a Síndrome do segundo impacto, que é quando uma segunda lesão vem com efeitos mais intensos. As mulheres apresentaram pior desempenho que os homens em testes de memória visual e relatavam maior número de sintomas após a contusão.

Os resultados foram publicados no American Journal of Sports Medicine, e, segundo Covassin, indicam a necessidade de desenvolvimento de tratamentos específicos de acordo com o sexo e a idade do atleta.

 

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Cor dos olhos pode indicar riscos de doenças de pele

Saúde da família Tecnologia

Que a cor da pele pode indicar maior ou menor sensibilidade e predisposição a problemas nesse órgão não é novidade. Agora, pesquisadores da Universidade do Colorado demonstram que a cor dos olhos pode ser, também, um indicador de risco.

De acordo com os pesquisadores, pessoas com olhos azuis podem ser menos propensas a ter vitiligo – doença autoimune que resulta na perda de pigmentação e forma manchas irregulares brancas no corpo e cabelo e que pode aumentar as chances de desenvolvimento de outras doenças auto-imunes, como doenças da tireoide, diabetes tipo 1, artrite reumatoide e lúpus.

Já pessoas com olhos castanhos podem ser menos propensas a desenvolver melanona – o tipo mais perigoso de câncer de pele. O estudo foi publicado pela revista Nature Genetics.

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Governo aumentará os investimentos em transplantes

Saúde da família

Os transplantes de órgãos salvam milhares de vida por ano, mas ainda existem casos onde a operação não pode ser feita por falta de recursos. Agora, o Ministério da Saúde vai ampliar o investimento na prática de transplantes de órgãos e medula óssea, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União no dia 3 de maio.

Com isso, os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) receberão recursos de acordo com o número de tipos de transplantes que forem capazes de fazer. O Ministério prevê que mais de R$217 milhões sejam investidos para ampliar o número de cirurgias e incentivar os hospitais a ampliarem suas atividades, passando a fazer tipos mais complexos de transplantes, como coração, fígado e pulmão.

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Arrependimentos prejudicam qualidade de vida

Comportamento Saúde da família

O que fazer para viver melhor? Além de cuidar da saúde do corpo, é fundamental cuidar da saúde de mente, e, para envelhecer emocionalmente bem, é fundamental deixar de lado o pesar pelas oportunidades perdidas e o arrependimento.

Pesquisadores da University Medical Center Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, usaram exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para comparar a atividade cerebral de três grupos de pessoas: jovens, idosos deprimidos e idosos saudáveis, que se submeteram a um jogo no qual podiam ganhar ou perder tudo no final.

Os resultados mostraram que, ao descobrirem as chances que tinham perdido nos jogos, fez com que, na rodada seguinte, os jovens e idosos deprimidos assumissem mais riscos, o que não aconteceu com os idosos saudáveis. Os dois primeiros grupos apresentaram mais alterações de estresse e ansiedade, o que não foi observado nos idosos saudáveis.

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Casamentos entre primos: existem riscos?

Comportamento Saúde da família Saúde do bebe e da criança

Reza a lenda que primos não podem se casar, menos ainda ter filhos, porque as crianças correm risco de nascerem doentes. Mas, será que isso é mesmo verdade? Segundo pesquisadores da Universidade de Murdoch, na Austrália, os riscos à saúde de se casar com um primo têm sido exagerados pela sociedade.

Em alguns lugares do mundo a prática do casamento consanguíneo é proibida, como, por exemplo, em 31 dos 50 estados norte-americanos. No Brasil, a união entre primos é permitida, mas entre outros parentes, como tios e sobrinhos, é proibida por lei.

O geneticista Dr. Alan H. Bittles, que acaba de publicar um livro sobre o assunto, Consanguinity in Context (A consanguinidade em contexto, em tradução livre), diz que realmente existem chances de os filhos de primos herdarem doenças genéticas. Contudo, esse risco é de 3% a 4% maior do que no resto da população, e, mesmo assim, só se houver casos de anormalidades genéticas na família. “Para mais de 90% dos casamentos entre primos, o risco [de ter um filho com uma anomalia genética] é o mesmo da população em geral”, diz Dr. Bittles.

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Dormir mais horas por noite ajuda a emagrecer

Dieta Sono

Pesquisadores da Universidade de Washington analisaram 1.088 pares de gêmeos e concluíram que aqueles que dormiam menos de sete horas por noite apresentavam maior índice de massa corporal (IMC) e maiores influências genéticas no IMC.

A pesquisa determinou que para gêmeos que dormem menos de sete horas, as influencias genéticas eram responsáveis por 70% das diferenças no IMC, 4% era de responsabilidade do ambiente em comum dos pares e 26% dos ambientes individuais.

Jpa para os gêmeos que dormiam mais de nove horas, os fatores genéticos foram responsáveis por 32% da variação de peso, a contabilidade do ambiente comum subiu para 51% e o ambiente único para 17%.

O estudo foi publicado na revista especializada Sleep.

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Antidepressivos fazem mais mal do que bem aos pacientes

Saúde da família

Segundo cientistas da Universidade MacMaster, no Canadá, os médicos precisam ser mais cautelosos na hora de receitar antidepressivos, pois esses podem colocar em risco a vida do paciente.

Ao analisar os efeitos dos antidepressivos no organismo dos pacientes, para além das mudanças no humor, os cientistas descobriram que os riscos do consumo desses medicamentos são maiores do que seus benefícios.

Quem faz uso prolongado de antidepressivos pode ter problemas com estimulação e função sexual; problemas no desenvolvimento dos espermatozoides em homens; problemas de desenvolvimento em crianças; disfunções digestivas, como diarreia, constipação, indigestão e flatulência; além de sangramento anormal e risco de acidente vascular cerebral (AVC) em idosos.

 

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