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Pesquisadores desenvolvem novo dispositivo para detectar o diabetes

28 de agosto de 2012 (Bibliomed). Pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, criaram um novo tipo de biossensor que pode detectar concentrações diminutas de glicose na saliva, lágrimas e urina, o que pode ser útil no diagnóstico do diabetes. Além disso, o sensor tem baixo custo de fabricação.

Os pesquisadores explicam que os sensores geralmente medem a glicose no sangue, não sendo capazes de detectar a substância em outros soros humanos, como as lagrimas, a saliva e a urina.

O sensor tem três partes principais: as camadas de nanofolhas, que lembram pequenas pétalas de rosa feitas de um material chamado grafeno, que é uma película de um único átomo de espessura de carbono; nanopartículas de platina; e a enzima glicose oxidase.

Cada pétala contém algumas camadas de grafeno empilhadas. As bordas das pétalas têm pendentes ligações químicas incompletas, defeitos onde as nanopartículas de platina podem ser anexadas, e eletrodos formados por combinação das pétalas nanofolhas e nanopartículas de platina. A glicose oxidase se adere às nanopartículas de platina e a enzima converte a glicose em peróxido, o qual gera um sinal nos eletrodos.

A tecnologia é capaz de detectar glicose em concentrações tão baixas como 0,3 micromolar, muito mais sensíveis do que outros biossensores eletroquímicos baseados em grafeno ou grafite, nanotubos de carbono e nanopartículas metálicas.

O sensor pode ser usado, também, para testar compostos bioquímicos para detecção de outras doenças.

Fonte: Purdue News, Purdue University, 20 de agosto de 2012

Copyright © 2012 Bibliomed, Inc.

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