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Insônia acomete um em cada cinco espanhóis

25 de março de 2011 (Bibliomed). A insônia é cada vez mais comum, e na Espanha já atinge uma em cada cinco pessoas. Pesquisa realizada pela Vall d'Hebron University Hospital, em Barcelona, e pela Stanford University School of Medicine, nos Estados Unidos, aponta que 40% dos entrevistados apresentavam distúrbios de sono, sendo o mais comum acordar a noite e não conseguir mais dormir.

Com o passar dos anos, a quantidade de horas necessárias ao sono diminui, mas problemas diários, como o estresse, podem aumentar os casos de insônia. Mulheres têm mais tendência à insônia, bem como pessoas com problemas de depressão e ansiedade.

Segundo Teresa Segales, uma das autoras da pesquisa e ex-coordenadora do Departamento de Neurofisioloia Clínica da Vall d'Hebron University Hospital, é necessário que a pessoa tenha consciência da necessidade de boas condições ambientais para a qualidade do sono, bem como deve abrir mão do cochilo à tarde.

Analisando exames de 4.648 espanhóis com mais de 15 anos, os pesquisadores descobriram que 17,6% desses afirmam ser o sono interrompido a principal causa de sua insônia, em especial pessoas com idade superior a 65 anos, que correspondem a 40% de pessoas que sofrem esse problema. Já para 3,7% dos analisados, pegar no sono é difícil, e para 4,3% acordar cedo é que é complicado. Nesses casos, as mulheres são as mais afetadas.

Em relação ao sexo, 7,8% das mulheres são afetadas pelo problema, número que cai para 4,9% entre os homens. A idade também interfere na insônia, sendo que 3,3% das pessoas com até 65 anos relataram o problema, contra 9,8% dos com idade superior a 65.

Fonte: EurekAlert, 23 de março de 2011

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