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Tratamento para alcoolismo pode ser mais eficientes em algumas populações, sugere estudo

18 de março de 2011 (Bibliomed). Pesquisa da McGill University Health Centre (RI MUHC) e da McGill University, a ser publicada na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research, mostra que o naltrexone, uma das substancias usadas no tratamento da dependência de álcool, pode ser mais eficaz em mulheres e pessoas com uma variação genética específica.

Estudos anteriores mostraram que o naltrexone funcionou no tratamento de algumas pessoas, não tenho o mesmo resultado e outras. Contudo, as causas desse comportamento não eram conhecidas. "Nossos resultados sugerem que pode agora ser capaz de prever de antemão que serão mais beneficiados", afirma Dr. Marco Leyton, coordenador da pesquisa.

Acompanhando um grupo de consumidores de bebidas alcoólicas, os pesquisadores buscaram determinar se fatores como sexo e genes podem influenciar no tratamento. Segundo o estudo, mulheres e pessoas que carregavam um gene chamado de OPRM1, relacionado à produção de uma substância que funciona como morfina natural, são mais propensas ao uso de naltrexone.

Com os resultados encontrados, os médicos poderão indicar o tratamento mais adequado para cada paciente. “Esses achados podem ajudar a garantir que damos o medicamento certo para a pessoa certa", diz o Dr. Leyton. “Estes resultados têm o potencial de melhorar a qualidade do tratamento de pacientes dependentes de álcool e poderiam levar a uma forma de medicina personalizada", completa.

Fonte: EurekAlert, 16 de março de 2011

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