Publicidade

Notícias de saúde

Fumantes passivas podem ter bebês defeituosos

11 de março de 2011 (Bibliomed). Grávidas não fumantes expostas ao fumo passivo tem risco aumentado de ter bebês com defeitos congênitos ou natimortos. É o que aponta estudo da Universidade de Nottingham. A ser publicado na edição de abril da revista Pediatrics, a pesquisa mostra que o fumo passivo aumenta em 23% as chances de a criança nascer prematura e em 13% de ela ter defeitos congênitos. 

Os resultados salientam a importância de desencorajar futuros pais de fumar próximo a suas companheiras grávidas, e alerta as mulheres sobre os perigos potenciais do fumo passivo, tanto antes quanto durante a gravidez.

“O fumo das mães durante a gravidez traz uma série de riscos graves para o feto, incluindo mortalidade fetal, baixo peso ao nascer, nascimento prematuro e uma série de defeitos congênitos graves, tais como lábio leporino, pé torto congênito e problemas cardíacos”, afirma Jo Leonardi-Bee, do Centro para o Controle do Tabaco do Reino Unido.

O pesquisador explica que o tabagismo passivo expõe a pessoa às mesmas toxinas experimentadas por fumantes ativos, embora em níveis mais baixos. Dessa forma, o fumo passivo aumenta as chances de desenvolvimento de problemas de saúde tanto quanto o fumo ativo.

Segundo Leonardi-Bee, não é apenas o fumo passivo o único responsável por problemas congênitos, mas também os efeitos que fumo direto sobre o desenvolvimento do esperma. “É preciso fazer mais estudos sobre esta questão, embora já saibamos que o tabagismo tem um impacto no desenvolvimento do esperma, o que é muito importante para estimular os homens a deixarem de fumar antes de tentar para um bebê”, diz ele.

Fonte: Nottingham University Site, 10 fevereiro de 2011

Copyright © 2011 Bibliomed, Inc.

Faça o seu comentário
Comentários


Publicidade

Dicionário Médico

Digite o termo desejado

buscar

Ou clique na primeira letra do termo: