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Reumatologias realizam campanha no dia de conscientização sobre artrite reumatóide

15 de outubro de 2007 (Bibliomed). Dia 12 de outubro é um dia ideal para levar a meninada ao parque para estrear o brinquedo novo e aproveitar o dia das crianças. Os pais e avós que fizeram isso, este ano, em Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre também puderam aproveitar o dia para ter mais informações sobre a artrite reumatóide, doença inflamatória crônica que afeta as articulações.

A Sociedade Brasileira de Reumatologia promoveu, no último dia 12, em parques dessas capitais, a Campanha de Conscientização sobre Artrite Reumatóide, que também acontece em outros países, com o objetivo de alertar a população sobre a principal doença reumatológica existente e que afeta cerca de 1 milhão de brasileiros.

A iniciativa disseminou informações sobre os sinais, sintomas e diagnóstico da artrite para a população, e quem esteve presente pôde tirar as dúvidas e fazer trabalhos manuais com dobraduras, que são muito difíceis para quem tem a doença.

“É muito comum a dor articular e muscular, por isso, como o evento foi bem divulgado, as pessoas ficam sabendo, se identificam e vêm saber se as dores que sentem podem ser um sinal da artrite reumatóide”, informou o presidente da Sociedade Mineira de Reumatologia, o médico Eduardo Souza.

A dona-de-casa Cleusa Paiva, 66 anos, levou a neta para brincar no Parque Municipal Américo René Giannetti, no centro de Belo Horizonte, e aproveitou para tirar suas dúvidas sobre a doença com os médicos especialistas.

“Parei ali por causa dessa deformidade que tenho no dedo. Já fui ao ortopedista há muito tempo, e ele disse que seria um desgaste que acontece com o tempo. Mas, quando vi a tenda, resolvi parar para tirar as dúvidas e ver se poderia ser essa doença (artrite reumatóide), que é muito perigosa”, informou Cleusa Paiva.

A doença pode levar a deformidades irreversíveis nas articulações, à incapacidade de realizar determinados movimentos, pode causar complicações não articulares – fatiga, febre, e até problemas cardiovasculares e pulmonares –, além de reduzir a expectativa de vida.

Mas, embora não tenha cura, o diagnóstico e o tratamento precoces podem reduzir os sintomas e manter a qualidade de vida dos pacientes. Daí, segundo Eduardo Souza, está a importância de iniciativas como essa campanha. “É extremamente importante, pois é através da divulgação das informações básicas da doença que as pessoas poderão conhecer os sinais da doença e procurar um médico, e vamos ter mais chances de dar o diagnóstico precoce”, finalizou o médico.

Reportagem: Jornalista Leandro Perché.

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