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Uso de analgésicos pela mãe conduz a efeitos adversos no bebê

17 de setembro de 2007 (Bibliomed). O uso de analgésicos fortes, após o parto, é prática bastante comum na maioria das maternidades, a fim de reduzir a intensidade da dor apresentada pelas puérperas. Um dos remédios mais empregados, com esta finalidade, é a codeína. Conforme o padrão materno de metabolização deste fármaco, existe o risco de intoxicação da criança que está sendo amamentada, uma vez que os produtos da sua degradação sofrem excreção pelo leite materno.

Uma notícia publicada pela Food and Drug administration (FDA), agência norte americana que controla o uso de medicamentos naquele país, esclarece os riscos relacionados ao emprego de analgésicos potentes pelas lactantes, após o parto. Os investigadores da agência afirmam que a codeína, é empregada como paliativa de quadros dolorosos e na remissão da tosse. Após ser absorvido, o medicamento é transformado em morfina, a qual se torna a grande responsável pelos episódios de intoxicação de lactentes.

As mulheres que recebem a codeína como analgésico, após a alta hospitalar, devem ser informadas acerca dos primeiros sinais de intoxicação, induzida pela droga, nos bebês, de forma a conduzi-los rapidamente a um serviço de urgência pediátrica. Os principais sintomas de intoxicação pela morfina incluem sonolência, dificuldade para pegar o seio, sucção débil, déficit respiratório e fraqueza.

Conclui-se que o uso de medicações, durante o período de lactação, deve ser criteriosamente avaliado, quanto a sua relação custo-benefício. Este julgamento serve também quanto à indicação de codeína como analgésico após o parto.

Fonte: FDA News 2007 (August 17).

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