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Índice de distúrbios do sono apresenta crescimento

09 de Abril de 2002 (Bibliomed). Uma pesquisa divulgada na semana passada pela National Sleep Foundation revelou que é crescente o número de norte-americanos com algum distúrbio do sono. O mesmo estudo também mostrou um aumento das pessoas que utilizam medicamentos para garantir o repouso durante a noite. Os dados do trabalho, que acompanhou cerca de mil pessoas durante dois meses de 2001, mostraram que o norte-americano dorme, em média, menos do que sete horas diariamente durante a semana. O período de sono é um pouco maior, cerca de 7,5 horas, nos fins de semana. Segundo os especialistas, os relatos de perturbação aumentaram significativamente de 1999 para 2000. Grande parte dos voluntários apresentou dificuldades para adormecer, interrupções do sono, cansaço, ronco e problemas respiratórios. As conseqüências dos distúrbios são imediatas, garantindo irritação ao longo do dia. Cerca de 15% dos pesquisados utilizam algum tipo de medicamento sonífero. A faixa etária que menos dorme está concentrada entre 18 e 29 anos.

Outro estudo, publicado na revista New Scientist, revelou que a ocorrência de pesadelos e gritos durante o sono pode ser agravada – em pessoas que já sofrem com o problema – pelo consumo de chocolate. A pesquisa foi feita no Hospital Geral Sentara Norfolk, na Virgínia/Estados Unidos, e mostrou ainda que não há evidências de que o mesmo ocorra em quem tem um sono normal. Os coordenadores da pesquisa sugerem que a ação da cafeína cause o bloqueio da atonia (processo natural que gera a paralisia durante os sonhos). Sem a atonia, a pessoa estaria mais sujeita a se movimentar enquanto dorme. Os dados do trabalho foram recolhidos a partir do acompanhamento de um único caso, de um paciente que se mexia com violência durante o sono. O quadro era comum sempre que ele comia produtos à base de chocolate. Os especialistas afirmam que são necessárias novas pesquisas sobre o assunto, já que os resultados publicados se basearam apenas em um relato de caso.

Na Grã-Bretanha, os problemas relacionados ao sono têm se mostrado prejudiciais às mães, sobretudo na faixa etária a partir dos 30 anos. Muitas mães não conseguem dormir mais que cinco horas diárias, apresentando irritação ao longo do dia. Cerca de 55% das mil mulheres ouvidas pela revista Mother and Baby afirmaram que a falta de sono provoca impaciência com o bebê. As mães também relataram alterações na rotina profissional e no relacionamento conjugal.

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