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Funasa avalia programa contra malária e anuncia plano de combate à dengue

Belo Horizonte, 20 de Setembro de 2001 (Bibliomed). A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão executivo do Ministério da Saúde, fez uma avaliação na última semana dos resultados de um ano de implantação do Plano de Intensificação do Controle da Malária (PIACM) na Amazônia Legal.

As discussões serviram não apenas para avaliar o quadro, mas também para definir novas propostas de intensificação do Plano. Apenas no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, a redução observada foi de 43%. Em números absolutos isto significa uma queda de 140 mil casos.

A Amazônia Legal é responsável por 99,7% da incidência da malária no Brasil. Desde junho do ano passado, foram investidos R$ 145,7 milhões no PIACM na Amazônia. A previsão é de que todos os anos sejam investidos R$ 120 milhões, para a manutenção das ações de controle da doença. Uma das discussões prioritárias foi sobre a situação da doença e a sustentabilidade do PIACM.

Durante a avaliação, também foi apresentado o Plano de Intensificação das Ações de Controle da Dengue. A meta é reduzir a incidência da doença em 50%, em relação ao ano passado, até dezembro de 2002.

Para combater a dengue, transmitida pelo pernilongo Aedes aegypti, a Funasa prevê investimentos de R$ 269,2 milhões.

As ações devem ser intensificadas em 624 municípios. Entre eles, estarão todas as capitais de regiões metropolitanas com mais de 50 mil habitantes.

A previsão é de reduzir a letalidade por febre hemorrágica a menos de 1%, além de garantir quedas nos índices de infestação predial, deixando-os em menos de 1% em 25% de todos os municípios atendidos.

No caso da dengue, a Amazônia Legal também não será esquecida. Na região, 107 municípios serão beneficiados com o novo Plano.

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