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Egito Devolve Hemoderivado Britânico Suspeito de Contaminação

CAIRO (Reuters) - O ministro da Saúde do Egito, Ismail Sallam, disse em nota divulgada na quarta-feira que o Egito reexportou produtos de sangue de um homem britânico portador da versão humana do mal da vaca louca.

Na segunda-feira, a Grã-Bretanha informou que exportou para o Egito e dez outros países, incluindo o Brasil, produtos de sangue doados por três homens que foram depois diagnosticados com a nova variante do mal de Creutzfeldt-Jakob (vCJD).

"Um total de 144 ampolas de plasma importado foram enviadas para o exterior", disse ministro ao jornal oficial Al-Ahram. Ele não disse se os produtos de sangue foram devolvidos para a Grã-Bretanha ou enviados para um terceiro país.

Alguns cientistas acreditam que os humanos podem ter sido infectados com a doença fatal degeneradora do cérebro, embora eles não tenham casos que comprovem a hipótese.

Sallan disse que o Egito proíbe a importação de hemoderivados desde 1985. "O Egito tem um superávit de sangue que excede as 800 mil unidades, comparado com as 150 mil unidades de alguns anos atrás. Como o sangue pode ser importado se o temos em excesso?", disse ele.

Sallan afirmou no passado que o Egito está livre do mal da vaca louca.

O Egito proibiu importações de carne da Europa há cerca de quatro meses, mas não há restrições à importação de ração animal preparada com ossos.

Sinopse preparada por Reuters Health

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