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Variações na economia influenciam o risco cardiometabólico

09 de outubro de 2017 (Bibliomed). O risco cardiometabólico em negros jovens é influenciado por grande variações nas condições econômicas, de acordo com um estudo publicado no Journal of the American Heart Association.

Investigadores da Universidade Northwestern seguiram 328 jovens negros da Geórgia rural, com 16 a 17 anos, quando começou a Grande Recessão. A prevalência da síndrome metabólica foi avaliada usando as diretrizes da Federação Internacional de Diabetes quando os jovens atingiram os 25 anos de idade.

Os pesquisadores descobriram que a prevalência da síndrome metabólica era menor (10,4%) entre os jovens cujas famílias mantiveram condições estáveis ​​e de baixa renda durante a recessão. Foi intermediário (21,8%) entre jovens cujas famílias eram de renda mais baixa antes da recessão, mas caíram na pobreza, enquanto as maiores taxas de síndrome metabólica (27,5%) estavam entre jovens cujas famílias começaram a recessão na pobreza e depois pioraram em condições mais escassas. Padrões similares foram observados para as três definições alternativas da síndrome metabólica.

Esses padrões sugerem que variações econômicas mais amplas alteram o risco cardiometabólico em jovens negros e podem exacerbar as disparidades já presentes nesta comunidade.

Fonte: Journal of the American Heart Association. 2017;6:e006052.

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