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Tratamento de doenças sexualmente transmissíveis deve incluir o parceiro

14 de julho de 2017 (Bibliomed). Os estados americanos cuja legislação permite que os médicos prescrevam medicamentos para tratar a clamídia ou a gonorreia em ambos os parceiros, quando apenas um deles faz uma visita no consultório, têm taxas mais baixas de infecções sexualmente transmissíveis, de acordo com um estudo publicado na revista Sexually Transmitted Infections.

A abordagem, chamada terapia de parceiro acelerada (EPT), é permitida em 38 estados. Os pesquisadores da Universidade de Michigan analisaram os casos de clamídia descritos de 2000 a 2013. Nos estados em que a EPT é impedida, o aumento médio das infecções por clamídia foi de 17,5 casos por 100 mil pessoas por ano. Isso foi comparou com 14,1 casos por 100.000 em estados onde a EPT é permitida, descobriram os pesquisadores.

Segundo os autores, para efetivamente tratar e prevenir doenças sexualmente transmissíveis, deve-se sempre considerar o paciente infectado e seus parceiros. Permitir que os médicos tratem tanto os pacientes como seus parceiros desta forma provou ser eficaz na prevenção da reinfecção e na propagação de infecções como a clamídia e a gonorreia. A longo prazo, há muitos benefícios sociais tanto na saúde como no custo.

Fonte: Sex Transm Infect Published Online First: 17 May 2017. DOI: 10.1136/sextrans-2016-052887

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