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29 de maio de 2026 (Bibliomed). Estudo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, mostrou que a estimulação cognitiva através de um método criado pela equipe foi capaz de reduzir das queixas dos participantes em até 60%.
Chamado Supera, o estudo envolveu 207 participantes que foram alocados aleatoriamente em três grupos: um de treinamento (GT), outro de controle ativo (GCA) e o terceiro de controle passivo (GCP). O primeiro grupo, GT, recebeu um programa desenvolvido para o estudo, dividido em 72 sessões semanais ao longo de 18 meses. O grupo de controle ativo recebeu educação em saúde e estilo de vida, enquanto o grupo de controle passivo não recebeu nenhuma intervenção.
Os participantes foram avaliados no início e no início do estudo e depois a cada seis meses até completar 24 meses. Os resultados mostraram que os participantes do grupo ativo que seguiram o protocolo apresentaram redução de 60% nas queixas cognitivas, com melhora de aproximadamente de 45% na memória no primeiro ano. Além disso, eles apresentaram queda de 29% nos sintomas depressivos.
Os pesquisadores explicam que a estimulação cognitiva é um recurso não farmacológico que busca melhorar, otimizar ou manter as funções cognitivas em adultos e idosos. Os testes incluem diferentes técnicas e materiais, com exercícios de estratégia, raciocínio lógico, jogos de tabuleiro, cálculos mentais e dinâmicas em grupo.
Fonte: International Psychogeriatrics. DOI: 10.1016/j.inpsyc.2025.100178.
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