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09 de janeiro de 2026 (Bibliomed). Um estudo publicado na revista eBioMedicine revelou que dormir mal pode acelerar o envelhecimento cerebral. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 27 mil adultos e criaram uma pontuação baseada em cinco fatores: dormir 7-8 horas, não ter insônia, não roncar, não ter sonolência diurna e manter horários regulares de sono.
Usando inteligência artificial para analisar exames de cérebro, os cientistas perceberam que pessoas com sono ruim tinham um “cérebro mais velho” — cerca de seis meses além da idade real. Esse envelhecimento precoce pode aumentar o risco de perda de memória e demência.
O estudo também mostrou que parte desse efeito pode estar ligada à inflamação crônica de baixo grau, causada pelo sono de má qualidade. Isso reforça a importância de cuidar dos hábitos noturnos, já que dormir bem pode ser uma das estratégias mais simples e eficazes para proteger a saúde do cérebro.
Fonte: eBioMedicine. DOI: 10.1016/j.ebiom.2025.105941.
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