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Coronavírus muda rotina em cidades turísticas

11 de março de 2020 (Bibliomed). O medo da epidemia pelo novo coronavírus (COVID-19) tem mudado a rotina em vários países além da China. A Itália, país com maior número de casos de COVID-19 fora da Ásia, já registra mais de 10.000 casos de contaminação e mais de 600 mortes, colocou em quarentena algumas regiões, incluindo as turísticas.

Um dos países mais visitados do mundo, com média anual superior a 200 milhões de turistas, encontra-se com ruas e pontos turísticos vazios. Na Itália, a circulação de pessoas entre cidades está restrita a motivos relacionados a trabalho ou saúde, sendo necessário apresentar uma declaração com justificativa para a viagem. Foram proibidas reuniões públicas, cerimônias religiosas como casamentos e funerais, além de eventos esportivos. Faculdades e escolas estão fechadas, e bares e restaurantes devem baixar as portas até as 18h. Cinemas, teatros e museus também estão fechados.

O governo solicitou aos italianos de todo o país que evitem sair de casa e façam apenas as viagens essenciais até o dia 03 de abril. As medidas anunciadas pelo governo italiano gerou pânico entre os italianos, que correram aos supermercados para comprar alimentos e produtos de necessidade básica.

A Igreja Católica também adotou mudanças para garantir a segurança do Papa Francisco e das pessoas que vivem ou trabalham no Vaticano. A cidade-estado fechou a Praça e São Pedro e a Basílica de São Pedro para turistas e visitas guiadas até 03 de abril.  Os pontos comerciais, com exceção do supermercado e farmácia, também estão fechados e as missas presididas pelo Papa Francisco estão sendo transmitidas pela internet.

Fonte: Sala de Imprensa da Santa Sé, 10 de março de 2020.

AFP - Agence France-Presse

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