A meditação pode ajudar pacientes cardíacos a terem menos problemas de saúde. Segundo estudo publicado pela American Heart Association, pacientes que praticam a meditação transcendental regularmente apresentam 48% menos probabilidade de sofrer ataque cardíaco ou morrer por qualquer causa.
Os pesquisadores analisaram dois grupos: um que recebeu aulas de educação e mudança de comportamento em relação à manutenção da própria saúde, e outro que praticou meditação.
Os resultados mostraram que, além do risco diminuído de morte e infarto, os pacientes que meditavam apresentavam diminuição na pressão arterial e relatavam menos estresse e raiva.

Uma nova descoberta traz uma novidade interessante para pessoas que enfrentam ou tratam a obesidade. Pesquisadores descobriram que pessoas que têm um gene ligado a essa condição têm riscos ligeiramente menores de desenvolverem depressão.
Idosos que vivem em áreas com altos índices de poluição podem ter a função cerebral danificada. A conclusão é de estudo realizado na University of Southern California, nos Estados Unidos.
Cientistas israelenses descobriram um novo cheiro que pode apenas ser sentido em laboratórios.
Segundo pesquisadores FIT Brenner, órgão da Wake Forest Baptist Medical Center, nos Estados Unidos, ver, pensar, cheirar e ou lembrar de alimentos aumenta a sensação de fome, o que pode levar a um consumo exagerado de comida, especialmente no período de férias.
Ter um irmão mais novo pode afetar a saúde do primogênito na vida adulta, alertam pesquisadores bolivianos.
Mulheres gestantes que consomem até mesmo poucas doses de bebidas alcoólicas correm o risco de reduzirem o QI de seu bebê em alguns pontos.
O diabetes é a terceira maior causa de mortes no Brasil, mas a maioria dos pacientes que sofre da doença a descobre apenas ao surgirem complicações causadas pela condição. Um dos principais problemas que pode surgir é a cegueira.
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