Blog de Boa Saúde

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  • Saúde do homem

    Homens encontram felicidade nas tarefas domésticas

    23 de agosto de 2011

    Homens que perderam seus empregos e tiveram problemas para voltarem ao mercado de trabalho podem ter encontrado novas vocações durante o período passado em casa. De acordo com um estudo desenvolvido na Universidade de Kansas (EUA), apesar do o sentimento de depressão e diminuição da masculinidade que acompanharam a perda do papel como provedor, os homens encontraram satisfação e felicidade ao realizarem tarefas domésticas, encontrando uma forma de contribuir para a família enquanto as parceiras trabalham.

    “(O desemprego) muda a forma como os homens pensam sobre si mesmos. Normalmente os homens se vêem como os sustentadores da família, e como muitos deles já não podem fazer isso somente com a sua renda, eles têm que construir sua identidade de uma nova forma que permita que eles ainda pensem positivamente sobre eles mesmos”, explica a pesquisadora Ilana Demantas.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Aprenda a reconhecer a depressão em Boa Saúde
    • Leia mais sobre fatores que afetam a masculinidade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Saúde da mulher

    Mulheres ganham peso após casamento, homens após divórcio

    23 de agosto de 2011

    Para pessoas acima dos 30 anos de idade, o começo ou o término de um casamento pode causar alterações de peso. Pesquisas mostram que é comum que mulheres engordem um pouco após se casarem e que homens emagreçam após se divorciarem. Felizmente, para a maior parte da população, essas mudanças não têm impactos significativos na saúde, mas para algumas pessoas o aumento do peso pode representar riscos.

    Pesquisadores explicam que essa é a tendência entre adultos dessa idade porque a essa altura da vida as pessoas já têm hábitos de alimentação e exercícios físicos bem estabelecidos, difíceis de serem alterados. “Quando você tem esse tipo de grandes mudanças de vida, seu peso pode subir”, afirma Dmitry Tumin, estudante de doutorado da Ohio State University (EUA). “Na medida em que você envelhece, ter uma mudança repentina na sua vida como um casamento ou um divórcio é um choque maior do que seria se você fosse mais jovem”, completa.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Veja como o divórcio pode afetar a saúde mental em Boa Saúde
    • Veja os efeitos benéficos do casamento em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Alergias Bem estar Saúde do bebe e da criança

    Tosse alérgica em crianças pode ser fatal

    22 de agosto de 2011

    A tosse alergia é uma reação do organismo a agentes alergênicos externos que deve ser tratada corretamente na infância. Caso isso não aconteça, essa pode desencadear laringites com edema de glote e levar à morte em alguns casos. O grande dificultador no tratamento desse tipo de tosse é que ela é, muitas vezes, confundida com tosses comuns.

    Segundo o otorrinolaringologista Dr. Jamal Azzam, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), a alta incidência de tosse alérgica em crianças está relacionada aos hábitos da saúde e à rotina. O medico explica que as crianças estão expostas a inúmeros estímulos que podem desencadear alergias de todos os tipos, uma vez que começam a frequentar muitos ambientes, como creches e redes de fast-food, antes que o sistema imunológico estivesse maduro e resistente.

    “O tratamento da tosse alérgica consiste primeiramente em bloquear a origem do que desencadeia o processo alérgico”, diz o especialista. “O acompanhamento da evolução da tosse é fundamental e a ausência de efeitos adversos da medicação homeopática traz muita segurança e conforto ao médico para sua prescrição, independentemente da idade do paciente”, afirma.

    • Leia mais em Prontuário de Notícias
    • Sabia que uma simples tosse pode liberar 20 mil vírus no ar? Veja em Boa Saúde
    • Leia mais sobre a tosse na infância em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Felicidade mantém jovens longe das drogas

    22 de agosto de 2011

    Adolescentes mais felizes têm menos chances de se envolverem com drogas ou crimes. A afirmação é de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que analisaram dados de quase 15 mil estudantes entre os anos de 1995 e 1996.

    As pesquisas mostraram que 29% dos jovens relataram ter cometido pelo menos um crime, enquanto 18% afirmaram ter usado pelo menos um tipo de droga ilegal. Esses dados foram relacionados a outros que mediam o bem-estar emocional.

    Os resultados sugerem que aqueles que afirmavam serem mais felizes eram menos propensos a se envolver no crime ou no uso de drogas. Em contrapartida, aqueles que relatavam menor felicidade e apresentavam quadro de depressão tinham chances maiores de consumir drogas ou entrar na criminalidade.

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Adolescentes felizes têm mais chances de serem adultos felizes. Veja em Boa Saúde
    • Pessoas felizes vivem mais. Veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Maternidade

    Supermães podem sofrer com falta de apoio no local de trabalho

    22 de agosto de 2011

    Supermães que também trabalham podem exigir demais de si mesmas e acabarem prejudicando a sua saúde emocional. Um novo estudo desenvolvido na Universidade de Washington (EUA) afirma que mulheres que se pressionam demais quanto ao desempenho como mãe e profissional apresentam mais sintomas de depressão, ao contrário de mães que são mais indulgentes.

    “Designar um ideal de que mulheres podem fazer tudo na verdade aumentou o nível de sintomas depressivos quando comparado a mulheres que eram mais céticas quanto (a questão de) se trabalho e família podem ser equilibrados”, diz a pesquisadora Katrina Leupp.

    Os pesquisadores afirmam que os resultados do estudo podem ser uma reflexão de como as expectativas das mulheres quanto ao local de trabalho (e o apoio oferecido por ele às mães) não correspondem à realidade. Eles apontam que para lidar melhor com a frustração, as mulheres deveriam controlar seu otimismo em relação à conciliação entre carreira e maternidade.

    E você? Concorda com a conclusão do estudo ou acredita que os locais de trabalho devem oferecer mais apoio às mães? Deixe sua opinião.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Gravidez é afetada pelo ambiente de trabalho, leia em Boa Saúde
    • Leia sobre benefícios da licença maternidade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento

    Tristeza melhora a memória

    22 de agosto de 2011

    A tristeza pode ter efeitos inesperados no cérebro. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Anglia Ruskin (na Inglaterra) mostra que pessoas tristes têm capacidades maiores de reconhecerem rostos do que pessoas felizes. Os cientistas não sabem exatamente o que causa essa diferença, mas existe a possibilidade de que pessoas tristes sejam mais suscetíveis a insinuações sociais, tornando-as mais exatas.

    Outras pesquisas afirmam que a tristeza é um sentimento importante para a realização de tarefas do cérebro, como a memorização de listas e o pensamento abstrato. O novo estudo pode ajudar no entendimento da depressão e no desenvolvimento de tratamentos melhores para a doença, além de fornecer mais informações quanto à forma como os humores podem afetar o funcionamento do cérebro.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Veja dicas para melhorar a sua memória em Boa Saúde
    • Leia sobre distúrbios da memória em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Saúde do bebe e da criança

    Crianças deprimidas podem sofrer com dor crônica quando adultas

    19 de agosto de 2011

    Estudo publicado na edição de agosto do periódico “Archives of General Psychiatry” sugere que experiências traumáticas na infância que resultam em algum distúrbio mental, podem aumentar as chances de dores crônicas na vida adulta.

    Realizado na Universidade de Otago, na Nova Zelândia, o estudo examinou dados de dez países reunidos no Inquérito Mundial de Saúde Mental, da Organização Mundial da Saúde. As análises mostraram que os distúrbios de ansiedade e depressão em criança, foram associados a três dores crônicas na idade adulta: osteoartrite, dor crônica na coluna espinhal (pescoço ou costas) e severas ou frequentes enxaquecas.

    Os pesquisadores afirmam que quanto mais adversidades na infância, maior o risco de se ter doenças crônicas na idade adulta.

    • Leia mais sobre o estudo em Prontuário de Notícias
    • Você sabe o que é Osteroartrite e o que a provoca? Descubra em Boa Saúde
    • Veja como identificar a depressão em crianças em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento Nutrição

    Estudantes comem poucas frutas e vegetais

    19 de agosto de 2011

    Autoridades de saúde recomendam a ingestão de cinco porções diárias de frutas e vegetais, e o estudo realizado na Oregon State University, que observou 582 estudantes norte-americanos, constatou que a maioria não consome essa quantidade, e outros nem chegam a consumir uma por dia.

    Publicado no Journal of Nutrition Education and Behavior, o estudo mostra que estudantes do sexo masculino consumiam cerca de cinco porções de frutas e vegetais por semana e os estudantes do sexo feminino cerca de quatro.

    “Descobrimos que os alunos deixavam de fazer refeições com bastante frequência, o que justificar a falta de frutas e vegetais”, diz Brad Cardinal, autor do estudo. O estudo indica que mais de 30% das calorias consumidas pelos estudantes são provenientes de gordura, o que supera a recomendação da American Dietetic Association, de não mais de 30%  por semana.

     

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Coma vegetais: eles fazem bem para seus ossos! Veja em Boa Saúde
    • Sabia que o consumo de vegetais pode ajudar na redução das toxinas do tabaco? Leia mais em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Meninos estão atingindo a maturidade sexual mais cedo

    19 de agosto de 2011

    A partir do século 18 meninos passaram a atingir a maturidade sexual muito mais cedo. Desde 1700, a cada década que passa, a fase em que a testosterona atinge o seu ápice no corpo do homem chega 2,5 meses mais cedo. De acordo com Joshua Goldstein, autor de um estudo sobre o tema, para o homem “ter 18 anos hoje é como se ele tivesse 22 em 1800”.

    Pesquisadores da área acreditam que isso pode se explicar devido à melhor nutrição e maior quantidade de gordura no corpo dos meninos. Porém, o amadurecimento antecipado é um motivo de preocupação, pois pode fazer com que os corpos cresçam mais rapidamente do que os cérebros dos garotos podem acompanhar.

    • Leia mais sobre o tema em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre a vulnerabilidade dos jovens em Boa Saúde
    • Leia sobre a puberdade precoce em meninas em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento

    Europeus se apaixonam mais rapidamente

    19 de agosto de 2011

    Pessoas de culturas e países diferentes vêem o amor de formas diversas. Um novo estudo desenvolvido por uma parceria entre a Rússia e os Estados Unidos analisou essas diferenças, avaliando diversos aspectos do relacionamento amoroso.

    O estudo acompanhou 1.157 adultos da Rússia, Lituânia e EUA, que responderam a questionários. De acordo com os resultados, 90% dos lituânios costumam se apaixonar um mês depois de conhecerem a pessoa, e 39% se apaixona apenas alguns dias depois desse contato inicial. Quanto aos americanos, 58% levam de dois meses a um ano para se apaixonarem.

    Os questionários também mostraram pontos em comum entre a imagem que o amor tem nos três países participantes. Pessoas das três nações caracterizaram a paixão sexual, estado emocional de felicidade, igualdade e o “estar juntos” como pontos importantes do amor romântico.

    • Leia mais sobre o estudo em Live Science (em inglês)
    • Paixão pode ter o mesmo efeito que a cocaína, leia em Boa Saúde
    • Veja como a paixão pode diminur a diferença entre os sexos em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin

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