Blog de Boa Saúde

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  • Comportamento

    É possível aprender dormindo

    11 de outubro de 2011

    Será possível aprender enquanto se dorme? Para pesquisadores da Universidade do Estado do Michigan, nos Estados Unidos, sim. Segundo os cientistas, isso acontece devido a uma nova forma de inconsciente de memória, da qual foram coletados os primeiros sinais.

    Publicado no Journal of Experimental Psychology, o estudo analisou mais de 250 pessoas e apontou evidências substanciais de que, durante o sono, o cérebro processa informações sem o conhecimento da pessoa, habilidade que pode contribuir para a memória enquanto se está acordado.

    Para os pesquisadores, esta habilidade é uma forma nova e previamente desconhecida de memória, capaz de reforçar o aprendizado sem ação consciente do indivíduo. Contudo, alertam para o fato de que o aprendizado se dá de forma diferente entre as pessoas, sendo que para uns aprender enquanto se dorme é melhor, e para outros se dará durante a vigília.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Veja a relação entre sono, memória e aprendizado em Boa Saúde
    • Aprendizado em casa prepara crianças para a escola, veja em Bibliomed (para assinantes)

     

     

    Published by: Natália Barbosa
  • Saúde do homem Sexologia

    Genética pode ser responsável por baixos níveis de testosterona

    10 de outubro de 2011

    De acordo com um novo estudo, as chances de um homem ter baixos níveis de testosterona podem estar nos seus genes. Pesquisadores suecos analisaram os genomas de mais de 8.900 homens e encontraram alterações em um único gene, associado a baixos níveis do hormônio no sangue.

    Alterações genéticas como essa são conhecidas como marcadores de risco para pouca testosterona. Outros desses marcadores são a idade, tabagismo e peso. Homens que têm três ou mais dos fatores de risco têm chances 6.5 maiores de sofrerem dessa condição.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science(em inglês)
    • Leia sobre a reposição hormonal masculina em Boa Saúde
    • Leia sobre a contracepção hormonal masculina em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Bem estar Comportamento

    Pessoas antipáticas sentem menos dor

    10 de outubro de 2011

    Segundo pesquisadores da Universidade Ghent, na Bélgica, paciente tidos como antipáticos são menos propensos a sentir dor do que os companheiros simpáticos. Segundo Liesbet Goubert, que coordenou a pesquisa, os profissionais de saúde estimam níveis menores de dor e são visivelmente menos solidários com pacientes menos amigáveis.

    O estudo envolveu 40 profissionais de saúde que foram pré-condicionados acerca da personalidade dos pacientes através de fotos, descrição da personalidade e vídeos nos quais os doentes demonstravam dores em diversos níveis de intensidade, e deram índices para avaliação que faziam das dores de cada um.

    Os resultados mostraram que pacientes inicialmente marcados com descrições negativas receberam índices de dor significativamente mais baixos do que os simpáticos. Isso mostra que os profissionais de saúde acreditam menos nas dores expressadas pelos antipáticos do que pelos pacientes simpáticos.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Dor crônica tem tratamento, veja em Boa Saúde
    • Você sabe o que causa a dor de cabeça? Descubra em Bibliomed (para assinantes)

     

     

    Published by: Natália Barbosa
  • Fitness

    Pessoas que pensam que estão saudáveis correm menos risco de desenvolverem demência

    7 de outubro de 2011

    Você acha que está saudável? De acordo com uma pesquisa desenvolvida na França, pessoas que consideram estar bem de saúde correm menos riscos de sofrerem de demência.

    Cientistas entrevistaram 8.169 pessoas com 65 anos de idade ou mais. Dentre os participantes, aqueles que afirmaram estar mal de saúde mostraram ter riscos 70% maiores de desenvolverem a condição. Para os pesquisadores, a descoberta pode ser importante para o diagnóstico dessa doença.

    “Fazer com que as pessoas pontuem a sua própria saúde pode ser uma ferramenta para médicos determinarem o risco de uma pessoa (desenvolver) demência, especialmente para pessoas sem sintomas ou problemas de memória”, explica o pesquisador Christophe Tzourio.

     

    • Leia mais sobre a pesquisaem Live Science(em inglês)
    • Leia sobre outros fatores de risco da demência em Boa Saúde
    • Entenda a demência em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Bem estar Comportamento

    Adeus agulhas

    7 de outubro de 2011

    Crianças, e muitos adultos também, morrem de medo de injeção. O motivo? As agulhas. Injeções sem agulhas são quase um mito da humanidade, daquelas coisas que parecem saídas da imaginação dos pequenos. Mas agora isso pode mudar. Pesquisadores da França e da Alemanha, financiados pelo programa Eurostars, prometem colocar no mercado as primeiras injeções sem agulha em 2014.

    O principio a injeção sem agulhas é simples. O líquido é aplicado por pressão, e, para tal, a pele deve ser “aberta” microscopicamente, para não gerar ativações nervosas que poderiam resultar em dor. De acordo os cientistas, o segredo está em uma variação de pressão, que começa elevada e vai declinando levemente, para garantir que todo o líquido seja introduzido sob a pele.

    Segundo os cientistas, a injeção sem agulhas pode ser a solução para diminuir os custos e melhorar o atendimento médicos a pacientes idosos, número que deve crescer com o envelhecimento da população, já que vai permitir que a pessoa aplique o medicamente em si mesma.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Muitos temem a injeção na coluna, mas ela é tão ruim assim? Descubra em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Tecnologia

    Nova tecnologia traz membros protéticos controlados pelo cérebro

    6 de outubro de 2011

    A ficção científica está cada vez mais próxima da realidade. Um cientista brasileiro desenvolveu na Universidade Duke (EUA) uma tecnologia que permite que pessoas com membros paralisados ganhem sensibilidade novamente através de membros protéticos controlados pelo cérebro.

    O método foi somente testado em macacos, mas já mostrou bons resultados. O braço consegue se mover como um braço real e é controlado através de eletrodos implantados no cérebro.  “Eu gosto de dizer que nós liberamos o cérebro dos limites físicos do corpo do macaco. Ele consegue se mover e sentir usando apenas o cérebro”, afirma Miguel Nicolelis.

    Testes em humanos acontecerão daqui a um ano. O objetivo é que a tecnologia esteja completamente desenvolvida até a Copa do Mundo no Brasil. “Nós achamos que nós podemos fazer isso nos próximos três anos, mais ou menos. Nós estamos esperando que um adolescente que era quadriplégico até então será capaz de entrar no jogo de abertura e dar o chute inicial da Copa do Mundo“, completa Miguel.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre a perda de membros e a reabilitação em Boa Saúde
    • Tecnologia liga próteses a ossos, leia em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Bem estar Saúde da família

    Poluição pode provocar doenças nos olhos

    6 de outubro de 2011

    Quem vive em cidades com alto índice de poluição tem mais chances se sofrer com irritações oculares do que aqueles que vivem em regiões onde o índice de poluição é menor. Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que nas cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes a média de poluição do ar por metro cúbico é igual a 40 microgramas, o dobro do recomendado.

    Nessa época do ano, onde as queimadas tomam conta do país, a tendência é piorar. Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maior concentração de poluentes no ar predispõe ao olho seco, alergia ocular, inflamação da córnea (ceratite) e da conjuntiva (conjuntivite). “Só para se, ter uma idéia, neste período do ano as crises alérgicas crescem 40%”, diz.

    O médico explica que a lágrima tem função de proteger o olho, e o aumento da poluição faz com que ela evapore mais rapidamente, deixando o olho seco e desprotegido. “Manter o corpo hidratado, colocar vasilhas com água nos ambientes e consumir semente de linhaça previnem o ressecamento da lágrima”, ensina. “Quanto aos colírios, eles só devem ser usados com recomendação médica”, completa.

    Veja dicas de prevenção:

    ·         Lavar as mãos com frequência
    ·         Evitar tocar os olhos.
    ·         Não compartilhar objetos, maquiagem, colírio e toalhas.
    ·         Evitar aglomerações.
    ·         Beber bastante água para melhorar a hidratação ocular.
    ·         Interromper o uso de lentes de contato em casos de desconforto.
    ·         Evitar o uso de ar condicionado.

    • Síndrome do seco aumenta no verão, veja em Boa Saúde
    • Poluição e baixa umidade do ar aumentam risco de morte em idosos doentes, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Bem estar

    Aprender com os erros melhora a inteligência

    5 de outubro de 2011

    A inteligência é permanente ou está em constante aprimoramento? Segundo pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, pessoas que acreditam que podem aprender com seus erros têm reações cerebrais diferentes daqueles que acreditam que a inteligência é fixa.

    “Uma grande diferença entre as pessoas que pensam que a inteligência é maleável e aqueles que pensam que a inteligência é fixa está na forma como eles respondem aos próprios erros”, explica o Dr. Jason Moser, autor da pesquisa.

    De acordo com o pesquisador, pessoas que acreditam no aprimoramento da inteligência reconhecem mais facilmente seus erros e se esforçam para aprender mais. Já os que acreditam que a inteligência é algo fixo perdem as oportunidades de aprender com os próprios erros.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Adolescentes fisicamente ativos são mais inteligentes, veja em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Americanos não sabem cozinhar

    14 de setembro de 2011

    Os nutricionistas recomendam uma alimentação saudável, e, se possível, que seja preparada em casa. Contudo, pesquisa realizada com 1.087 pessoas nos Estados Unidos mostra que 28% dos norte-americanos estão permanecendo fora da cozinha alegando não saber cozinhar.

    Os entrevistados citaram ainda outros fatores pelos quais se mantêm longe do fogão: 25% disseram que não querem limpar a bagunça após a preparação da refeição e 21% alegaram não ter tempo suficiente para essa prática. Muitos afirmaram não cozinhar porque o parceiro faz essa tarefa. Do total, 66% disseram que fazer as refeições fora de casa é mais rápido e prático.

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Saiba como preparar corretamente os alimentos em Boa Saúde
    • Ensinar crianças a cozinhar pode reduzir o risco de obesidade infantil. Veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento Saúde da família Saúde da mulher Saúde do homem

    Alcoolismo pode levar ao consumo de outras drogas

    14 de setembro de 2011

    Com a disseminação de drogas pesadas, como o crack e o oxi, o álcool acabou sendo deixado de lado quando se fala em dependência química. Contudo, o alcoolismo merece atenção, pois pode ser a porta de entrada para o uso de outros entorpecentes.

    O álcool é uma das substâncias mais consumidas pelos jovens, sendo que a fiscalização permite sua venda apenas para maiores de 18 anos. Entretanto, não é o que acontece na prática. “Cada vez mais nos deparamos com o consumo precoce da bebida, por volta dos 13 anos. E, muitas vezes, o exemplo começa em casa quando o filho vê o pai consumindo e sente vontade de fazer o mesmo”, explica o idealizador do projeto Valorize a Vida, Ivan Pegoraro.

    O consumo exagerado de álcool pode levar a esteatose (acúmulo de gordura no fígado), hepatite e cirrose. Essas duas últimas se forem graves, podem evoluir para insuficiência hepática. Casos com cirrose alcoólica podem também evoluir para câncer de fígado.

    • Leia mais sobre o tema em Prontuário de Notícias
    • Fatores culturais influenciam uso do álcool entre crianças, veja em Boa Saúde
    • Psicologia e medicamentos são bem sucedidos no tratamento do alcoolismo, leia em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa

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