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  • Fitness Saúde da família

    Cooper pode aumentar expectativa de vida

    4 de maio de 2012

    O cooper, uma forma de exercício físico que fica entre a caminhada e a corrida, divide especialistas e pesquisadores. Desde a década de 70 são feitos debates que buscam determinar se a prática é benéfica ou não, mas uma nova pesquisa demonstra que os efeitos do exercício podem ser muito positivos.

    De acordo com um estudo sendo feito em Copenhagen (na Dinamarca), a prática do cooper entre uma ou duas horas e meia por semana, a uma velocidade lenta ou média, pode aumentar a expectativa de vida em 6,2 anos para homens e 5,6 anos para mulheres.

    “Os resultados da nossa pesquisa permitem que nós possamos definitivamente responder a questão de o cooper ser bom para a saúde”, explica Peter Schnohr. “Nós podemos dizer com certeza que (a prática cotidiana do) cooper aumenta a longevidade. A boa notícia é que você não precisa realmente fazer muito para colher os benefícios”, completa.

    A pesquisa foi apresentada no encontro EuroPRevent2012 em Dublin, na Irlanda.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia mais sobre o papel dos exercícios físicos na longevidade em Boa Saúde
    • Qual é o segredo da longevidade em homens? Leia em Bibliomed (para assinantes)

     

    Published by: admin
  • Comportamento Saúde da família

    Arrependimentos prejudicam qualidade de vida

    4 de maio de 2012

    O que fazer para viver melhor? Além de cuidar da saúde do corpo, é fundamental cuidar da saúde de mente, e, para envelhecer emocionalmente bem, é fundamental deixar de lado o pesar pelas oportunidades perdidas e o arrependimento.

    Pesquisadores da University Medical Center Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, usaram exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para comparar a atividade cerebral de três grupos de pessoas: jovens, idosos deprimidos e idosos saudáveis, que se submeteram a um jogo no qual podiam ganhar ou perder tudo no final.

    Os resultados mostraram que, ao descobrirem as chances que tinham perdido nos jogos, fez com que, na rodada seguinte, os jovens e idosos deprimidos assumissem mais riscos, o que não aconteceu com os idosos saudáveis. Os dois primeiros grupos apresentaram mais alterações de estresse e ansiedade, o que não foi observado nos idosos saudáveis.

    • Leia mais em Diário da Saúde
    • Solidão e isolamento pioram saúde física e mental de idosos, veja em Boa Saúde
    • Porque os idosos são mais frágeis? Descubra em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    O que faz alguém ser esforçado ou preguiçoso?

    3 de maio de 2012

    O que faz com que algumas pessoas sejam motivadas e ambiciosas e outras sejam preguiçosas? De acordo com um novo estudo, a química cerebral de cada um pode ser a responsável por essa diferença.

    A dopamina, um químico que desempenha diversos papéis no cérebro, está associada à ética de trabalho e também à negligência, dependendo da quantidade e da área cerebral de atuação.

    “Para a nossa surpresa, nós também encontramos uma região diferente do cérebro (…) que mostrou um relacionamento negativo forte entre o nível de dopamina e a vontade de trabalhar muito”, explica o pesquisador Michael Treadway, da Unversidade Vanderbilt.

    A descoberta pode afetar a forma como algumas doenças são tratadas, como o déficit de atenção e a depressão. “Nós achamos que parte do que acontece na depressão é alguma alteração na motivação e parte do ímpeto para esse estudo foi trabalhar em direção a um modelo que seja capaz de testar o papel da motivação na depressão. Isso pode ser uma forma de acessar o lado motivacional da depressão”, completa, Treadway.

    A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Neuroscience.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre a motivação na perda de peso em Boa Saúde
    • Leia sobre a motivação no abandono do tabagismo em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Saúde da família Saúde do bebe e da criança

    Casamentos entre primos: existem riscos?

    3 de maio de 2012

    Reza a lenda que primos não podem se casar, menos ainda ter filhos, porque as crianças correm risco de nascerem doentes. Mas, será que isso é mesmo verdade? Segundo pesquisadores da Universidade de Murdoch, na Austrália, os riscos à saúde de se casar com um primo têm sido exagerados pela sociedade.

    Em alguns lugares do mundo a prática do casamento consanguíneo é proibida, como, por exemplo, em 31 dos 50 estados norte-americanos. No Brasil, a união entre primos é permitida, mas entre outros parentes, como tios e sobrinhos, é proibida por lei.

    O geneticista Dr. Alan H. Bittles, que acaba de publicar um livro sobre o assunto, Consanguinity in Context (A consanguinidade em contexto, em tradução livre), diz que realmente existem chances de os filhos de primos herdarem doenças genéticas. Contudo, esse risco é de 3% a 4% maior do que no resto da população, e, mesmo assim, só se houver casos de anormalidades genéticas na família. “Para mais de 90% dos casamentos entre primos, o risco [de ter um filho com uma anomalia genética] é o mesmo da população em geral”, diz Dr. Bittles.

    • Leia mais em Diário da Saúde
    • Alterações genéticas são as principais causas do retardo mental, veja em Boa Saúde
    • Pessoas casadas são menos estressadas do que as solteiras, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Maternidade

    Amamentação diminui ganhos financeiros da mulher

    2 de maio de 2012

    A amamentação é fundamental para o crescimento do bebê e para o fortalecimento da relação entre a mãe e o filho, mas será que a prática traz apenas benefícios?

    De acordo com uma nova pesquisa, publicada no periódico American Sociological Review, a amamentação pode diminuir os ganhos financeiros da mulher. No estudo, as participantes que amamentaram os filhos por mais de seis meses tiveram um declínio financeiro durante o primeiro ano de vida do filho.

    “Muitos estudos anteriores ao nosso mostram que mulheres que trabalham têm probabilidades menores de amamentarem. Isso realmente demonstra que pelo menos na forma como o trabalho é organizado agora nos Estados Unidos, parece haver uma incompatibilidade entre a amamentação de longa duração e o emprego para muitas mulheres”, explica a pesquisadora Phyllis Rippeyoung.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre as vantagens da amamentação em Boa Saúde
    • Leia sobre o direito da mulher de amamentar em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Dieta Sono

    Dormir mais horas por noite ajuda a emagrecer

    2 de maio de 2012

    Pesquisadores da Universidade de Washington analisaram 1.088 pares de gêmeos e concluíram que aqueles que dormiam menos de sete horas por noite apresentavam maior índice de massa corporal (IMC) e maiores influências genéticas no IMC.

    A pesquisa determinou que para gêmeos que dormem menos de sete horas, as influencias genéticas eram responsáveis por 70% das diferenças no IMC, 4% era de responsabilidade do ambiente em comum dos pares e 26% dos ambientes individuais.

    Jpa para os gêmeos que dormiam mais de nove horas, os fatores genéticos foram responsáveis por 32% da variação de peso, a contabilidade do ambiente comum subiu para 51% e o ambiente único para 17%.

    O estudo foi publicado na revista especializada Sleep.

    • Leia mais em UPI (em inglês)
    • Veja dicas caseiras para dormir melhor em Boa Saúde
    • Você sabe qual a importância do sono para nossa saúde? Descubra em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Saúde da família

    Antidepressivos fazem mais mal do que bem aos pacientes

    30 de abril de 2012

    Segundo cientistas da Universidade MacMaster, no Canadá, os médicos precisam ser mais cautelosos na hora de receitar antidepressivos, pois esses podem colocar em risco a vida do paciente.

    Ao analisar os efeitos dos antidepressivos no organismo dos pacientes, para além das mudanças no humor, os cientistas descobriram que os riscos do consumo desses medicamentos são maiores do que seus benefícios.

    Quem faz uso prolongado de antidepressivos pode ter problemas com estimulação e função sexual; problemas no desenvolvimento dos espermatozoides em homens; problemas de desenvolvimento em crianças; disfunções digestivas, como diarreia, constipação, indigestão e flatulência; além de sangramento anormal e risco de acidente vascular cerebral (AVC) em idosos.

    • Leia mais em Diário da Saúde
    • Antidepressivos podem aumentar as chances de desenvolver diabetes. Veja em Boa Saúde
    • O uso de antidepressivos durante a gestação pode levar a problemas no feto. Veja em Bibliomed

     

    Published by: Natália Barbosa
  • Bem estar Comportamento

    Pensamento analítico pode incentivar o ateísmo

    27 de abril de 2012

    Pessoas que procuram pensar de forma analítica podem acabar acreditando menosem Deus. Pesquisadoresda University of British Columbia, no Canadá, desenvolveram um estudo que mostra que a crença religiosa surge de um sentimento intuitivo e instintivo.

    A conclusão da pesquisa aponta que as crenças na religião são apoiadas pela intuição, mas se as pessoas escolhem ser mais analíticas em suas reflexões, isso promoverá o ateísmo. De acordo com o pesquisador Will Gervais, o estudo não debate o valor da religião. Tanto o pensamento analítico quanto o processamento intuitivo promovem as crenças religiosas e são igualmente importantes.

    “Ambos são ferramentas úteis. Ultimamente esses estudos estão observando fatores cognitivos que podem influenciar a crença ou a descrença, mas eles não têm nada a dizer sobre a racionalidade inerente ou o valor da religião”, explica Gervais. “É importante enfatizar que todo mundo tem esses dois sistemas. Todo mundo pode pensar intuitivamente e analiticamente, e não é o caso de que o sistema intuitivo está sempre errado e o analítico está sempre certo”, completa.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • A religião influencia a ocorrência de suicídios? Leia em Boa Saúde
    • Há espaço para a fé na prática médica? Veja em Bibliomed (para assinantes)

     
     

    Published by: admin
  • Beleza Fitness Saúde da mulher

    Exercícios ajudam a amenizar as dores causadas pelo uso de salto alto

    27 de abril de 2012

    Sapatos de saltos altos têm lugar garantido no armário da maioria dos armários femininos.  Contudo, seu uso freqüente e por longos períodos pode causar dores nos pés, corpo e coluna. Isso acontece porque a posição que os pés ficam dentro dos sapatos causa uma pressão que desequilibra em toda musculatura do corpo responsável pela locomoção.

    Para prevenir as possíveis dores, alguns exercícios podem ajudar. Confira a lista:

    Fortalecer a panturrilha: os músculos da panturrilha são os que mais sofrem com o uso de saltos. Para torná-lo mais fortes, basta apoiar a pontas dos pés em um degrau e deixar o peso do corpo sobre eles. São necessárias três series de 15 movimentos diariamente ajuda a fortalecê-lo.

    Alongamento da panturrilha: alongar os músculos é fundamental. Para alongar a panturrilha, deite-se no chão e mantenha a perna elevada por 15 segundos. Repita o movimento dez vezes em cada perna.

    Alongamento dos músculos de trás das coxas: para alongar esses músculos, basta colocar a perna em uma cadeira e se inclinar levemente o corpo para frente a fim de alongar a perna. Os movimentos devem ser feitos dez vezes e mantido por volta de 15 segundos.

     Fortalecimento do abdômen: esses exercícios ajudam a manter o equilíbrio e a estabilidade. Para fortalecê-los, deite-se de barriga para cima, com os joelhos dobrados apoiando a planta dos pés no chão, encolha a barriga, levando o umbigo para dentro.

    Alongamento músculos das costas: rápido e fácil de fazer, esses exercícios diminuem as dores de lordose (aumento anormal da curva lombar) causada pelo salto alto. Após ficar totalmente ereta, tente encostar os dedos nas pontas dos pés sem dobrar os joelhos. Não é necessário encostar nos pés. Fique assim por  dez segundos e repita dez vezes.

    • Leia mais em Minha Vida
    •  Uso de salto alto aumenta os riscos de hérnia de disco, leia mais em Boa Saúde
    • Saltos de até cinco centímetros podem trazer benefícios para saúde, saiba mais em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Bem estar

    Ansiedade causa aumento de risco de câncer em ratos

    26 de abril de 2012

    Ratinhos que sofrem de ansiedade correm riscos maiores de desenvolverem casos mais sérios de câncer do que exemplares tranquilos da espécie.

    Em uma pesquisa desenvolvida na Universidade Stanford (nos Estados Unidos), ratos que demonstraram ter personalidades ansiosas – que hesitavam ao explorarem áreas potencialmente perigosas – tinham probabilidades maiores de enfrentarem casos invasivos de câncer de pele. Os estudiosos acreditam que isso pode acontecer devido aos danos que o estresse causa no sistema imunológico desses animais.

    “Já é ruim que o diagnóstico e o tratamento do câncer gerem estresse e ansiedade, mas este estudo mostra que a ansiedade e o estresse podem acelerar a progressão (da doença), perpetuando um ciclo vicioso”, explica o pesquisador Firdaus Dhabhar. “O objetivo é melhorar ou eliminar os efeitos da ansiedade e do estresse crônico, pelo menos na hora do diagnóstico do câncer e durante o tratamento”, completa.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Estudo aponta a origem da ansiedade, veja em Boa Saúde
    • Leia sobre as barreiras na busca do tratamento da ansiedade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin

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