Category Archives: Saúde da mulher

Meditação pode melhorar sexo para mulheres

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A ansiedade e problemas de autoestima podem impedir que a mulher se sinta confortável durante a relação sexual. Frequentemente elas têm pensamentos como “eu sou bonita o suficiente?” ou “será que eu estou fazendo isto da forma correta?” durante o ato, e não conseguem sentir o estímulo sexual inteiramente.

De acordo com um novo estudo desenvolvido na Univesidade Brown (nos EUA), a meditação de consciência plena pode ajudar essas mulheres a controlarem melhor seus pensamentos, por ensinar o indivíduo a concentrar sua mente no momento presente, silenciando os ruídos mentais.

“Ao invés de sentir, elas ficam presas em suas cabeças”, explica a pesquisadora Gina Silverstein. “É impressionante como a meditação de consciência plena pode aumentar a autocompaixão, diminuir a ansiedade e melhorar a atenção”, completa.

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Saltos de até cinco centímetros podem trazer benefícios para saúde

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Vilão dos pés, mas herói do figurino. O salto alto faz a cabeça da mulherada, e também dos homens, que veem esses sapatos como objetos de fetiche. Contudo, esses são amplamente criticados por médicos e podem causar dores e bolhas em algumas ocasiões.  O professor de cirurgia vascular e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), João Potério Filho, estudou o salto alto e chegou à altura ideal: cinco centímetros.

O pesquisador fez com que as voluntárias andassem na esteira com sapatos de salto alto e esse experimento mostrou que aqueles com até cinco centímetros ajudam a bombear mais sangue e a diminuir a pressão nas pernas. “Mas isso não vale para as pessoas que tem o joelho em X ou pé chato”, diz o médico. “Para quem não tem estes problemas, não há contraindicação e o uso é até indicado”. Além do tamanho, é preciso dar atenção à estabilidade. O salto muito fino facilita as entorses e as quedas, por isso não é indicado.

“Um dos sinais de que a mulher não está adaptada ao sapato que usa é a postura. Se estiver com o tronco muito para frente e com a lombar muito curva (bumbum empinado), é indício de que está fazendo muito mais esforço para caminhar”, orienta o especialista.

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Mulheres bissexuais correm mais risco de terem depressão

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Mulheres que se definem como bissexuais têm maiores probabilidades de abusarem de álcool, cigarros e de desenvolverem depressão do que homens bissexuais.

Pesquisadores da Universidade George Mason desenvolveram um estudo que abordou essa diferença, e apesar de os estudiosos não saberem a sua causa, eles têm algumas teorias.

“Existe muito preconceito contra elas”, afirma a pesquisadora Lisa Lindley. “(pessoas) dizem a elas ‘você está confusa – escolha um.’ Tem a tendência de que haja uma expectativa ou padrão de que a pessoa escolhe uma identidade sexual e fica com ela. Eu acho que têm muitos desentendimentos quanto a bissexuais. Eu acho que o risco deles têm muito mais a ver com estigma”, afirma.

A pesquisa foi publicada no periódico American Journal of Public Health.

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Tabagismo pode causar mais de 50 doenças

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Atualmente, mais de 30 milhões de brasileiros são fumantes. A cada ano, doenças relacionadas ao tabaco são responsáveis por aproximadamente cerca de 200 mil mortes.

Os cigarros são extremamente danosos ao organismo. O tabagismo pode causar mais de 50 doenças diferentes. A fumaça liberada pelos cigarros contém mais de 4.700 substâncias consideradas maléficas e a nicotina exerce uma série de efeitos negativos no cérebro. Além disso, o fumo está associado ao surgimento de tumores malignos em diversos órgãos do corpo humano.

De acordo com a OMS, a Organização Mundial de Saúde, se programas eficientes antitabagismo não forem implantados em breve, em 2025 o cigarro será a causa de 11 milhões de mortes por ano em todo o mundo.

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Espiritualidade pode ser benéfica a homens e mulheres, mas de forma diferente

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Um novo estudo desenvolvido na Universidade do Missouri (EUA) aponta que homens e mulheres que sofrem de doenças crônicas são afetados diferentemente pela espiritualidade. O envolvimento em alguma religião ou atividade espiritual pode trazer melhorias para a saúde, mas enquanto as mulheres são beneficiadas em sua saúde emocional, a fé ajuda os homens a se sentirem melhores fisicamente.

De acordo com o pesquisador Brick Johnstone, os resultados do estudo mostram que reforçar o papel da religião na vida de alguém pode ajudar a diminuir os efeitos negativos que são consequência de doenças crônicas. “Ambos os gêneros se beneficiam do apoio social – a habilidade de buscar apoio e depender de outros – dado por colegas de congregação e o envolvimento em organizações religiosas”, ele explica.

A pesquisa foi publicada no periódico Religion, Disability & Health.

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Como controlar a vontade de comer doces?

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Sabe aquela vontade incontrolável de comer doces? Quase todo mundo já passou por essa experiência, mas, quando ela é muito frequente, pode caracterizar um vício, chamado cientificamente de craving.  Geralmente, o problema é motivado por mudanças hormonais e alimentares, e atinge, em sua maioria, mulheres.

Segundo a nutricionista funcional Luciana Harfenist, as “dietas da moda”, as muito restritivas e com baixa contagem de calorias afetam a produção de vários neuroreguladores, provocando a vontade de comer doce. Outros fatores como a deficiência em vitaminas, dieta rica em alimentos de alto índice glicêmico e jejum prolongado também desregulam o controle da ansiedade e podem desencadear o desejo.

O tratamento do problema consiste em uma reprogramação alimentar; avaliação da dieta, dos níveis de serotonina e dos nutrientes em baixa; reposição através de suplementos individualizados e, em muitos casos, acompanhamento psicológico.

Confira dicas para controlar a vontade de comer doces:

  • Comer de três em três horas, pois ficar em jejum prolongado pode desregular a área do controle da saciedade no cérebro;
  • Beber dois litros de água por dia;
  • Praticar exercícios regularmente;
  • Investir em atividades prazerosas, como passeios, aulas de dança, canto e artes;
  • Dar atenção especial à dieta, procurando consumir diariamente alimentos ricos em fibras e vitaminas, especialmente B12, cálcio, ácido fólico, magnésio, triptofano e ômega-3;
  • Em casos mais extremos, é recomendado o acompanhamento do um profissional de psicologia.
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Celulite: o que é verdade e o que é mentira?

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Não há mulher que não se preocupe com ela, afinal, praticamente todas as têm ou as terão em algum momento da vida. A celulite não tem cura, isso é fato, mas o que mais se vê por ai são propagandas prometendo eliminar os terríveis furinhos. Muitas dúvidas permeiam esse problema, mas, o que é verdade e o que é mentira quando o assunto é celulite? Confira!

 

  • Celulite não é uma inflamação da hipoderme?

VERDADE. A celulite é resultado da projeção de estruturas mais profundas sobre a superfície da pele, entre elas os septos fibrosos, que são uma espécie de divisão que liga a superfície aos tecidos mais profundos, causando os “furinhos” ou depressões na pele, característicos da celulite. Não é, portanto, uma inflação da hipoderme.

  • Celulite é genética, herda-se da mãe?

VERDADE. Existe a predisposição genética ao problema, mas nem sempre ela é herdada da mãe. Fatores como aumento de peso, má alimentação, sedentarismo, além de fatores hormonais podem fazer surgir a celulite ou agravar o quadro.

  • Celulite vem sempre acompanhada de estria?

NEM SEMPRE. Os dois problemas podem coexistir em uma pessoa, mas são processos distintos e independentes. A estria é considerada uma cicatriz dérmica que surge devido à distensão excessiva da pele, seja pelo aumento de peso, pelo crescimento muito rápido do corpo ou gestação. E sim, infelizmente as estrias são mais comuns em mulheres.

  • Retenção de líquido aumenta celulite?

VERDADE. A retenção de líquidos pode piorar o aspecto da celulite, especialmente no período pré-menstrual e pelo consumo excessivo de sódio.

  • Drenagem linfática diminui a celulite?

VERDADE. A técnica pode aliviar bastante o aspecto ondulado da pele, uma vez que diminui o inchaço. Contudo, o efeito não é permanente, já que o organismo drena substâncias tóxicas constantemente. A massagem não deve ser o único tratamento adotado para pode fim à celulite, mas sim vir acompanhado de mudanças no estilo de vida, com a adoção de hábitos mais saudáveis.

  • Técnicas de automassagem podem ajudar no combate à celulite?

DEPENDE. Usar a força para espalhar o creme anticelulite após o banho não resolve. O ideal é que se faça movimentos de baixo para cima e sempre em direção ao coração.

  • Massagem modeladora piora a celulite e espalha a gordura?

MENTIRA. A massagem pode melhorar a celulite, por atua nas áreas de depósito de gordura e ativa a circulação!

  • Cremes anticelulite realmente funcionam?

DEPENDE. A ação dos cremes pode suavizar o aspecto da celulite, principalmente se for associado a outros tratamentos. Contudo, seu efeito é maior em casos de celulites leves.

  • Refrigerante light e água com gás dão celulite?

MENTIRA. Não existe comprovação científica de que refrigerante influencie no aparecimento ou agravamento da celulite. O que é verdade é que tudo que engorda, incluindo o refrigerante, aumenta a celulite.

  • Álcool aumenta a celulite?

DEPENDE. Diretamente o álcool não aumenta a celulite, mas seu consumo exagerado pode causar retenção de líquidos e inchaço, o que pioram o problema. Além disso, o álcool contém grande quantidade de açúcar, que se transforma em gordura no organismo.

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Latinos que vivem nos Estados Unidos correm mais risco de contrair HIV

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Segundo o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), nos Estados Unidos, um em cada 50 latinos que moram no país podem ser diagnosticados com HIV ao longo da vida. Os grupos de maior risco são homens homossexuais e bissexuais com idade superior a 30 anos, que representam 81% das infecções.

Taxas de infecção pelo HIV entre homens latinos são quase três vezes maior do que entre homens brancos, enquanto as taxas de infecção pelo HIV entre mulheres latinas são quatro vezes maior do que entre mulheres brancas.

O Centers for Disease Control and Prevention recomenda que todos os adolescentes e adultos façam o teste de HIV, independente de sua visão de que estão ou não em risco. “Fazer o teste é uma maneira simples e eficaz para controlar nossa saúde”, diz Dr. Kevin Fenton, diretor do CDC.

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Alcoolismo pode levar ao consumo de outras drogas

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Com a disseminação de drogas pesadas, como o crack e o oxi, o álcool acabou sendo deixado de lado quando se fala em dependência química. Contudo, o alcoolismo merece atenção, pois pode ser a porta de entrada para o uso de outros entorpecentes.

O álcool é uma das substâncias mais consumidas pelos jovens, sendo que a fiscalização permite sua venda apenas para maiores de 18 anos. Entretanto, não é o que acontece na prática. “Cada vez mais nos deparamos com o consumo precoce da bebida, por volta dos 13 anos. E, muitas vezes, o exemplo começa em casa quando o filho vê o pai consumindo e sente vontade de fazer o mesmo”, explica o idealizador do projeto Valorize a Vida, Ivan Pegoraro.

O consumo exagerado de álcool pode levar a esteatose (acúmulo de gordura no fígado), hepatite e cirrose. Essas duas últimas se forem graves, podem evoluir para insuficiência hepática. Casos com cirrose alcoólica podem também evoluir para câncer de fígado.

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Novo anticoncepcional usa enzimas no lugar de hormônios

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Pesquisadores norte-americanos estão desenvolvendo uma nova técnica para controle da natalidade que promete ser mais segura do que os atuais. Os novos “anticoncepcionais” evitam a ovulação utilizando enzimas no lugar dos hormônios.

Os anticoncepcionais atuais, mesmo com toda evolução, ainda podem provocar reações de acordo com o organismo da mulher. “Ao aumentar os níveis de hormônio, a pílula pode afetar os sistemas em todo o corpo feminino. Portanto, há alguns riscos associados com métodos anticoncepcionais atuais, principalmente doenças cardiovasculares”, diz Jon Hennebold, autor do estudo.

De acordo com o cientista, o novo método promete reduzir os riscos envolvidos no consumo de anticoncepcionais. Contudo, Hennebold lembra que ainda são necessários vários estudos até que esse seja comercializado.

Os resultados do estudo foram publicados na revista especializada Endocrinology.

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