Category Archives: Saúde da mulher

Como ser feliz sem o corpo perfeito

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O ideal de corpo feminino perfeito divulgado pela mídia é irreal. Esse fato pode levar mulheres a se sentirem inadequadas e extremamente insatisfeitas com seus próprios corpos, se tornando adeptas de diversas formas de comportamento insalubre.

Mas alguns fatores nas vidas dessas mulheres podem fazer com que elas se sintam bem consigo mesmas apesar de seus corpos não seguirem os padrões de perfeição. Uma pesquisa feita sobre o tema na Universidade do Arizona (Estados Unidos) abordou a hipótese de que práticas de bem estar podem levar a uma visão saudável da imagem corporal. Os resultados do estudo mostraram que o apoio familiar e técnicas de controle de estresse podem proteger essas mulheres contra a baixa auto-estima e problemas como os distúrbios alimentares.

“É particularmente importante para mulheres desenvolverem valor próprio que não seja inteiramente baseado na aparência e construírem resiliência contra as pressões que elas possam receber de suas famílias, amigos, e a mídia”, escrevem os pesquisadores.

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Família e amigos podem diminuir autoestima em mulheres acima do peso

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Quando se pensa em autoestima, logo se imagina na aparência física. Contudo, estudo da Universidade do Arizona mostra que se sentir bem deve ir além das convenções de magreza. Segundo os pesquisadores, a insatisfação que muitas mulheres apresentam em relação a seus corpos pode levar a transtornos alimentares.

Pesquisa realizada com 301 jovens universitárias mostrou que aquelas cuja família e amigos elevavam sua autoestima, as valorizando não apenas pela sua forma física, mas também por suas habilidades, eram mais confiantes e felizes.

Por outro lado, as que eram pressionadas pela família e amigos a alcançar o ideal “magro e belo” tinham menor autoestima e maior propensão a desenvolver transtornos alimentares. Para os pesquisadores, as mulheres precisam desenvolver um senso de auto-estima que vá além da forma física, pois assim poderão lidar com as pressões familiares, de amigos e da mídia.

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Mulheres se recuperam mais devagar de contusões

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Atletas jovens e do sexo feminino demoram mais tempo para se recuperar de contusões, afirmam os pesquisadores da Michigan State University. De acordo com Tracey Covassin, coordenadora do estudo, a pesquisa acompanhou durante dois anos 300 atletas que apresentaram contusões.

Os resultados mostraram que os atletas mais jovens apresentaram maior risco para a Síndrome do segundo impacto, que é quando uma segunda lesão vem com efeitos mais intensos. As mulheres apresentaram pior desempenho que os homens em testes de memória visual e relatavam maior número de sintomas após a contusão.

Os resultados foram publicados no American Journal of Sports Medicine, e, segundo Covassin, indicam a necessidade de desenvolvimento de tratamentos específicos de acordo com o sexo e a idade do atleta.

 

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Exercícios ajudam a amenizar as dores causadas pelo uso de salto alto

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Sapatos de saltos altos têm lugar garantido no armário da maioria dos armários femininos.  Contudo, seu uso freqüente e por longos períodos pode causar dores nos pés, corpo e coluna. Isso acontece porque a posição que os pés ficam dentro dos sapatos causa uma pressão que desequilibra em toda musculatura do corpo responsável pela locomoção.

Para prevenir as possíveis dores, alguns exercícios podem ajudar. Confira a lista:

Fortalecer a panturrilha: os músculos da panturrilha são os que mais sofrem com o uso de saltos. Para torná-lo mais fortes, basta apoiar a pontas dos pés em um degrau e deixar o peso do corpo sobre eles. São necessárias três series de 15 movimentos diariamente ajuda a fortalecê-lo.

Alongamento da panturrilha: alongar os músculos é fundamental. Para alongar a panturrilha, deite-se no chão e mantenha a perna elevada por 15 segundos. Repita o movimento dez vezes em cada perna.

Alongamento dos músculos de trás das coxas: para alongar esses músculos, basta colocar a perna em uma cadeira e se inclinar levemente o corpo para frente a fim de alongar a perna. Os movimentos devem ser feitos dez vezes e mantido por volta de 15 segundos.

 Fortalecimento do abdômen: esses exercícios ajudam a manter o equilíbrio e a estabilidade. Para fortalecê-los, deite-se de barriga para cima, com os joelhos dobrados apoiando a planta dos pés no chão, encolha a barriga, levando o umbigo para dentro.

Alongamento músculos das costas: rápido e fácil de fazer, esses exercícios diminuem as dores de lordose (aumento anormal da curva lombar) causada pelo salto alto. Após ficar totalmente ereta, tente encostar os dedos nas pontas dos pés sem dobrar os joelhos. Não é necessário encostar nos pés. Fique assim por  dez segundos e repita dez vezes.

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Estilo de vida pode adiantar ou atrasar a menopausa

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O estilo de vida que jovens adultas levam pode influenciar a idade na qual essas mulheres entrarão na menopausa, aponta um estudo desenvolvido no Institute of Cancer Research no Reino Unido.

O fator que pareceu exercer a influência mais forte foi o tabagismo, sendo que mulheres que tinham esse hábito na juventude entraram na menopausa dois anos antes do que mulheres que não fumavam. O peso também mostrou ser importante. Jovens obesas entraram na menopausa em média um ano depois do que as participantes da pesquisa que tinham peso normal.

Os pesquisadores não sabem dizer ao certo se a saúde geral e o estilo de vida estão mudando a idade de início da menopausa, mas o estudo indica que é possível estabelecer essa relação.

A pesquisa foi publicada no periódico American Journal of Epidemiology.

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Enxaquecas podem ser fator de risco para depressão

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Mulheres que sofrem com enxaquecas ou um histórico da doença correm riscos 36% mais altos de desenvolverem depressão nos próximos 14 anos, aponta pesquisa desenvolvida nos Estados Unidos.

As dores de cabeça frequentes vêm uma condição que afeta diversos aspectos da vida do paciente, incluindo sua vida social. Frente a isso, é compreensível que seja possível estabelecer uma ligação entre as duas doenças. Os patomecanismos da enxaqueca e da depressão também são semelhantes.

“Nós não podemos desenvolver uma conclusão forte de que se você teve enxaqueca 20 anos atrás, você ainda vai desenvolver depressão; essa é uma afirmação muito forte” explica o pesquisador Tobias Kurth. “Tudo o que nós podemos dizer é que um histórico de enxaqueca é associável a um futuro risco de desenvolvimento de depressão, e nesse risco não parece importar se você tem enxaqueca com ou sem aura ou se você tem um histórico de enxaqueca no passado”.

A pesquisa foi apresentada na 64ª reunião anual da American Academy of Neurology.

Fonte: American Academy of Neurology 64th Annual Meeting, New Orleans April 2012. Abstract #741.

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Mulheres preferem Dr.Google ao médico

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Pesquisa realizada na Inglaterra mostra que 25% das mulheres britânicas se autodiagnosticam através da internet. Essa prática, conhecida como Dr.Google, é mais comum do que se imagina e pode ter diversas causas. Segundo os pesquisadores, na maioria das vezes as mulheres recorrem à internet por vergonha de falar com o médico.

A pesquisa envolveu 1.000 mulheres e mostrou que um quarto delas confiam nos tratamentos que encontram na internet para doenças que consideram constrangedoras, como as doenças sexualmente transmissíveis (DST).  Segundo dados da pesquisa, daquelas que preferem usar o Dr.Google, 30% querem evitar a espera de resposta do médico e 10% optou por não contar a seus familiares e amigos sobre os problemas de saúde.

De acordo com os pesquisadores, é crescente o uso da internet para diagnostico de irregularidades na saúde, e que é possível encontrar informações úteis na rede. Contudo, a prática pode levar a falsos diagnósticos, o que pode agravar o problema ou levar ao desespero desnecessário.

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Mulheres não conhecem seu relógio biológico

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Muitas mulheres estão adiando os planos de ter filhos para poder se dedicar à carreira. Contudo, muitas acreditam que as técnicas de reprodução assistida têm efeitos imediatos, e que, independente da idade, terão efeitos positivos, o que nem sempre acontece. Segundo pesquisadores norte-americanos, do Centro de Fertilidade de Yale, muitas mulheres estão desconhecendo seu relógio biológico.

De acordo com os pesquisadores, muitas mulheres chegam aos 43 anos e esperam ter uma gravidez imediata, e ficam decepcionadas quando não conseguem. Para Dr. Pasquale Patrizio, professor da Yale School of Medicine e diretor do Centro de Fertilidade de Yale, a popularidade crescente de tecnologias de reprodução assistida deu às mulheres a impressão de que a fertilidade pode ser manipulada em qualquer fase da vida, o que não é verdade, já que quanto mais velha for a mulher, maiores são as chances de ela não conseguir engravidar ou de abortar espontaneamente.

A pesquisa foi publicada na revista especializada Fertility and Sterility.

 

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Soja ajuda a controlar ondas de calor na menopausa

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As maiores e mais freqüentes reclamações de mulheres que entram na menopausa são as ondas de calor. Agora, pesquisadores Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, reafirmam o que estudos já vêm apontando há algum tempo: a soja pode ajudar no controle dessas ondas.

Segundo o estudo, duas porções diárias de soja são capazes de reduzir a frequência e a severidade das ondas de calor em até 26%. O segredo do alimento estaria na isoflavona, um composto orgânico natural que podem ter efeito estrogênico por apresentarem semelhança estrutural com o hormônio estrogênio.

O estudo mostrou que ingerir, pelo menos, 54 miligramas de isoflavonas de soja por dia ajuda a diminuir as ondas de calor. Cada grama de proteína de soja fornece aproximadamente 3,5 mg de isoflavonas, dois copos de leite de soja, ou sete gramas de tofu, fornecem aproximadamente 50 mg de isoflavonas.

 

 

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Trabalho de parto está ficando mais longo

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Pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos avaliou mais de 140.000 partos e comparou com dados históricos e concluiu que as mães de hoje estão demorando mais para dar à luz do que as mulheres de 50 anos atrás.

Segundo os pesquisadores, o primeiro estágio do trabalho de parto (dilatação do cérvice, a porção inferior do útero, antes do início da pressão ativa para saída do bebê) aumentou em 2,6 horas para mães de primeira viagem, e em 2 horas para mulheres que já tiveram filhos, em partos normais.

Os especialistas não conseguiram explicar os motivos da maior duração do trabalho de parto, mas acreditam que isso acontece por causa da pratica médica dentro da ala de parto. Outros dados apontados pela pesquisa são:

  • A gravidez dura menos tempo: as crianças hoje nascem cinco dias antes do que as de 1960.
  • Tanto as mães e os bebês terem índice de massa corporal maior.
  • Mais da metade das mães hoje recebem esses anestésicos, contra apenas 4% das mães que davam à luz nos anos 1960;
  • Hoje os médicos também usam mais um hormônio chamado oxitocina, 31%, agora contra 12% em 1960.
  • As mulheres estão engravidando em média quatro anos mais velhas do que suas mães engravidaram.

 

 

 

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