Dizem que o povo brasileiro é um dos mais felizes do mundo, mas será que nós estamos realmente satisfeitos e felizes? A partir de agora será possível mensurar os índices de satisfação e bem-estar dos brasileiros através do Índice de Bem-Estar Brasil, um projeto que pretende complementar os indicadores que estimam o crescimento econômico e o desenvolvimento nacional.
Pessoas que acreditam na existência de Deus podem ter resultados melhores para tratamentos psiquiátricos de curto prazo.
Uma das redes sociais mais populares do mundo, o Facebook pode ajudar a prever as taxas de obesidade em um determinado lugar. De acordo com pesquisadores do Boston Children’s Hospital’s Informatics Program, nos Estados Unidos, através do monitoramento dos interesses dos usuários é possível realizar pesquisas de forma eficiente.
Adolescentes que são expostos a conteúdo sexual na mídia podem se sentir apenas levemente influenciados por esse material. De acordo com uma nova pesquisa holandesa, adolescentes que assistem a filmes e programas de TV sexualmente explícitos e que acessam sites que têm essa temática só são afetados em até 4%.
Pesquisadores desenvolveram uma nova forma de a maconha ser utilizada na medicina. De acordo com um novo estudo, ingerir pílulas contendo o ingrediente ativo da maconha é tão eficiente quanto fumar a planta, mas oferece menos efeitos colaterais e menos riscos para a saúde.
Cerca de 10% da população mundial é afetada por deficiências específicas de aprendizagem, como a dislexia e o autismo, os dizem pesquisadores britânicos.
Restringir o tempo que uma criança passa assistindo televisão não significa que ela vá se tornar mais ativa. O mesmo é válido para outras atividades, como usar o computador. Segundo pesquisadores dos Centers for Disease Control and Prevention, nos Estados Unidos, apenas duas em cada cinco crianças cumprem a recomendação diária de atividade física.
É comum pegarmos bebês agitados no colo e andarmos um pouco para ajudá-los a se acalmar, e uma nova pesquisa japonesa comprova a eficácia dessa prática.
Adolescentes de classes sociais distintas constroem sua autoestima de formas diferentes. Segundo estudo da Universidade de Concórdia, no Canadá, crianças de classes socioeconômicas mais altas desenvolvem sua autoestima através de habilidades sociais, enquanto que as de classes mais baixas se baseiam em sua inteligência.
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