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Como é feito o diagnóstico do HIV?

23 de novembro de 2012 (Bibliomed). O diagnóstico rápido do HIV é extremamente importante para o paciente. A identificação precoce do problema e a busca imediata pelo tratamento são atitudes que aumentam a qualidade de vida da pessoa e fazem com que ela tenha mais chances de viver normalmente.

Após ter vivenciado uma situação de risco, a pessoa deve esperar alguns dias para realizar o teste. Entende-se por situação de risco comportamentos que colocam o indivíduo em ocasiões em que ele pode entrar em contato com o vírus - a relação sexual entre pessoas do mesmo sexo ou sexo diferente, compartilhamento de seringas e reutilização de objetos cortantes.

Entre o momento da contaminação e a possibilidade de detecção da infecção existe o período de janela imunológica – deve-se esperar pelo menos 30 dias para que o teste obtenha um resultado confiável.

No Brasil, pode-se fazer exames laboratoriais ou testes rápidos. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza os testes gratuitamente na rede pública e em Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). O diagnóstico acontece através da coleta de sangue e pode ser feito de forma anônima.

O teste rápido recebe esse nome porque possibilita o diagnóstico em apenas 30 minutos, encontrando anticorpos anti-HIV no sangue do paciente no momento da consulta. Isso permite que o médico aconselhe seu paciente antes e depois do teste ser feito, melhorando a forma como a pessoa recebe a notícia da doença e recebendo informações imediatas sobre o tratamento.

O Ministério da Saúde estima que dos 630 mil brasileiros que convivem com o HIV, 225 mil não sabem que são soropositivos. Além do controle da própria doença o diagnóstico também é importante para que a pessoa não transmita o vírus.

Fonte: Ministério da Saúde, 22 de novembro de 2012

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