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Transtorno do déficit de atenção pode ter variações genéticas

07 de dezembro de 2011 (Bibliomed). Diferenças genéticas específicas de uma pessoa podem influenciar a forma como o transtorno do déficit de atenção muda os genes, afetando caminhos do cérebro.

A descoberta pode trazer novidades importantes para a área. De acordo com o pesquisador Dr. Hakon Hakonarson, do Center for Applied Genomics, no The Children's Hospital da Filadélfia (EUA) explica que a descoberta traz a possibilidade de que os medicamentos que vêm atuando nesses caminhos do cérebro podem oferecer novas opções de tratamento de acordo com as necessidades de pacientes que possuem esses genes.

“Pelo menos 10% dos pacientes com transtorno do déficit de atenção na nossa amostra têm essas variações de gene”, explica pesquisador.

A equipe responsável pela pesquisa (desenvolvida pelo Dr. Hakonarson e pela Dra. Josephine Elia) analisou 1000 crianças sofrendo dessa condição, e 4100 crianças que não tinham a doença. Ao analisar a genética desses participantes, os pesquisadores procuraram por duplicações de sequencias de DNA, avaliando também resultados encontrados por outras pesquisas.

De acordo com Elia, milhares de genes podem contribuir para o risco de transtorno do déficit de atenção, mas a identificação de uma família de genes que é responsável por 10% dos casos é uma descoberta significativa para um distúrbio comum.

A pesquisa foi publicada online no periódico Nature Genetics.

Fonte: UPI 6 de dezembro de 2011

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